Clima de ansiedade extrema domina Washington com alertas de mídia para cenários catastróficos de conflito ampliado; Teerã avisa que qualquer agressão adicional será respondida sem limites, ameaçando estabilidade global
Brasília (DF) · 02 de março de 2026
O ambiente no coração do poder americano é marcado por uma atmosfera de tensão exacerbada, em meio a uma operação militar conjunta sem precedentes entre os Estados Unidos e Israel, batizada de Operação Fúria Épica pelo Pentágono.
Segundo reportagem exclusiva do Politico, “o clima aqui é intenso e paranoico”, com fontes internas revelando ansiedade profunda quanto às repercussões dos bombardeios que eliminaram o supremo líder iraniano, Ayatollah Ali Khamenei, e atingiram centenas de alvos nucleares, militares e civis no Irã.
Essa operação, iniciada em sábado (28/fev), resultou em mais de mil mortes, incluindo civis, e cruzou múltiplas linhas legais domésticas e internacionais, conforme analistas do Security Council Report. A mídia norte-americana, em perspectivas sombrias, projeta cenários de escalada inexorável.
O Politico alerta que uma retaliação iraniana poderia envolver ataques a bases americanas no Oriente Médio, levando a um ciclo de contra-ataques que culminaria em regime change falho e violência interna no Irã.
Já o DAWN enfatiza riscos de destabilização regional, com Teerã potencialmente atingindo instalações em Israel, Jordânia e Arábia Saudita, além de um crackdown brutal sobre protestos internos, exacerbado pela percepção de ameaça existencial.
Lançamentos de drones e mísseis iranianos já ocorreram contra alvos em múltiplos países, isolando o Irã e impulsionando vizinhos do Golfo a se alinharem mais com Washington, analisa com pessimismo o Euronews.
Especialistas do Stimson Center recordam que campanhas aéreas raramente entregam mudanças de regime, prevendo resistência feroz e impactos econômicos globais, como choques no petróleo.
A NBC News relata que, embora nenhum americano tenha sido ferido até agora, o governo de Donald Trump se prepara para retaliações nos próximos 48 horas, com o presidente advertindo que “qualquer retaliação contra os Estados Unidos será respondida com força ainda maior”.
Do lado persa, fontes oficiais indicam uma postura de prontidão absoluta para uma resposta desmedida. O Tehran Times cita o comandante do Exército iraniano, Abdolrahim Mousavi, afirmando que “nosso dedo permanece firmemente no gatilho”, com monitoramento constante de movimentos hostis, e qualquer erro de cálculo ameaçando não só forças americanas e israelenses, mas toda a região.
Em declaração veiculada pelo Mehr News, o ex-chefe da AIEA, Mohamed ElBaradei, adverte os EUA sobre custos horrendos de uma guerra, destacando ausência de autoridade legal para os ataques.
Já o IRNA sugere que um acordo nuclear rápido ainda é viável para evitar escalada, mas apenas se priorizar diplomacia sobre coerção.
O Tehran Times indica que uma resposta “não confinada” envolveria soldados americanos como primeiros alvos, com o porta-voz do Parlamento, Mohammad Bagher Ghalibaf, prometendo “golpes devastadores” se negociações forem interrompidas por agressão.
Países árabes, conforme reporta o Tehran Times, opõem-se a novos ataques, temendo desestabilização, enquanto o Mehr News relata que o chanceler Abbas Araghchi atualiza aliados regionais sobre diálogos nucleares, enfatizando autodefesa.
Essa confluência de alertas sublinha uma encruzilhada crítica: enquanto Trump invoca “paz através da força” para forçar concessões nucleares e balísticas, o Irã vê as ações como pretexto para regime change, preparando cenários que poderiam inflamar o Oriente Médio inteiro.
Relatos recentes da Fox News, desta segunda-feira (02/mar), indicam continuidade de ataques israelenses no Irã e retaliações em Líbano.

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