Português Inglês Irlandês Alemão Sueco Espanhol Francês Japonês Chinês Russo
Avançar para o conteúdo

Paranoia no Pentágono: EUA temem retaliação devastadora do Irã após ataques conjuntos

    Clima de ansiedade extrema domina Washington com alertas de mídia para cenários catastróficos de conflito ampliado; Teerã avisa que qualquer agressão adicional será respondida sem limites, ameaçando estabilidade global

    Clickable caption
    Vista do Pentágono
    Vista do Pentágono, sede do Departamento de Defesa dos Estados Unidos, capturada pelo Google Street View em panorama próximo à estrutura principal em Arlington, Virgínia; imagem oficial do Google Maps (panorama ID: CIHM0ogKEICAgICZmL7LHA), mostrando fachada e entorno sob céu nublado ou condições diurnas típicas
    RESUMO
    URBS MAGNA - Progressistas por um BRASIL SOBERANO


    Brasília (DF) · 02 de março de 2026

    O ambiente no coração do poder americano é marcado por uma atmosfera de tensão exacerbada, em meio a uma operação militar conjunta sem precedentes entre os Estados Unidos e Israel, batizada de Operação Fúria Épica pelo Pentágono.

    Segundo reportagem exclusiva do Politico, “o clima aqui é intenso e paranoico”, com fontes internas revelando ansiedade profunda quanto às repercussões dos bombardeios que eliminaram o supremo líder iraniano, Ayatollah Ali Khamenei, e atingiram centenas de alvos nucleares, militares e civis no Irã.

    Essa operação, iniciada em sábado (28/fev), resultou em mais de mil mortes, incluindo civis, e cruzou múltiplas linhas legais domésticas e internacionais, conforme analistas do Security Council Report. A mídia norte-americana, em perspectivas sombrias, projeta cenários de escalada inexorável.

    O Politico alerta que uma retaliação iraniana poderia envolver ataques a bases americanas no Oriente Médio, levando a um ciclo de contra-ataques que culminaria em regime change falho e violência interna no Irã.

    Já o DAWN enfatiza riscos de destabilização regional, com Teerã potencialmente atingindo instalações em Israel, Jordânia e Arábia Saudita, além de um crackdown brutal sobre protestos internos, exacerbado pela percepção de ameaça existencial.

    Lançamentos de drones e mísseis iranianos já ocorreram contra alvos em múltiplos países, isolando o Irã e impulsionando vizinhos do Golfo a se alinharem mais com Washington, analisa com pessimismo o Euronews.

    Especialistas do Stimson Center recordam que campanhas aéreas raramente entregam mudanças de regime, prevendo resistência feroz e impactos econômicos globais, como choques no petróleo.

    A NBC News relata que, embora nenhum americano tenha sido ferido até agora, o governo de Donald Trump se prepara para retaliações nos próximos 48 horas, com o presidente advertindo que “qualquer retaliação contra os Estados Unidos será respondida com força ainda maior”.

    Do lado persa, fontes oficiais indicam uma postura de prontidão absoluta para uma resposta desmedida. O Tehran Times cita o comandante do Exército iraniano, Abdolrahim Mousavi, afirmando que “nosso dedo permanece firmemente no gatilho”, com monitoramento constante de movimentos hostis, e qualquer erro de cálculo ameaçando não só forças americanas e israelenses, mas toda a região.

    Em declaração veiculada pelo Mehr News, o ex-chefe da AIEA, Mohamed ElBaradei, adverte os EUA sobre custos horrendos de uma guerra, destacando ausência de autoridade legal para os ataques.

    Já o IRNA sugere que um acordo nuclear rápido ainda é viável para evitar escalada, mas apenas se priorizar diplomacia sobre coerção.

    O Tehran Times indica que uma resposta “não confinada” envolveria soldados americanos como primeiros alvos, com o porta-voz do Parlamento, Mohammad Bagher Ghalibaf, prometendo “golpes devastadores” se negociações forem interrompidas por agressão.

    Países árabes, conforme reporta o Tehran Times, opõem-se a novos ataques, temendo desestabilização, enquanto o Mehr News relata que o chanceler Abbas Araghchi atualiza aliados regionais sobre diálogos nucleares, enfatizando autodefesa.

    Essa confluência de alertas sublinha uma encruzilhada crítica: enquanto Trump invoca “paz através da força” para forçar concessões nucleares e balísticas, o Irã vê as ações como pretexto para regime change, preparando cenários que poderiam inflamar o Oriente Médio inteiro.

    Relatos recentes da Fox News, desta segunda-feira (02/mar), indicam continuidade de ataques israelenses no Irã e retaliações em Líbano.

    Retrato de Alexandr Wang discutindo o futuro da colaboração homem-IA, capturado por Ethan Pines para Forbes.



    SIGA NAS REDES SOCIAIS




    Compartilhe via botões abaixo:

    Comente com moderação

    🗣️💬

    Discover more from

    Subscribe now to keep reading and get access to the full archive.

    Continue reading