A Primeira-Dama do Brasil também argumentou sobre “terrorismo climático”, após a ministra do Meio Ambiente e Mudanças Climáticas, Marina Silva, ter usado essa expressão, na terça-feira (17/9), ao declarar que o nosso País não é o único atingido pela seca e as queimadas – ASSISTA
A Primeira-Dama do Brasil, Rosângela Lula Silva destacou a iniciativa do Presidente da República Federativa do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), por uma ‘Aliança Global contra a Fome e a Pobreza‘.
Janja antecipou sua viagem para participar, com o estadista, que chega neste sábado (21/9), à 79ª sessão da Assembleia-Geral, em Manhattan – Nova Iorque (EUA).
Na quinta, Janja participou dos eventos Pacto Global e Trilha de Finanças do G20 e as Mulheres, que abordou a busca pela igualdade e empoderamento das mulheres para a construção de um mundo justo e sustentável.
Na sexta, ela participou do evento Economias justas, inclusivas e antirracistas para não deixar ninguém para trás. E neste sábado, a Primeira-Dama do Brasil esteve em um encontro promovido pela Aliança Global contra a Fome e a Pobreza na Universidade de Columbia.
Segundo Janja, a determinação política dos líderes globais, junto com a cooperação e investimento, é crucial para erradicar a fome e a pobreza.
Ela afirmou que Lula propôs que a Presidência brasileira do G20 centrasse esforços nesse combate, criando a Aliança Global Contra a Fome e a Pobreza, que visa unir governos, instituições e sociedade civil para ampliar e replicar experiências políticas de sucesso em redução da pobreza e proteção social.
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No evento Pacto Global, na quinta, a Primeira-Dama do Brasil argumentou sobre “terrorismo climático”, após a ministra do Meio Ambiente e Mudanças Climáticas, Marina Silva, ter usado essa expressão, na terça-feira (17/9), ao declarar que o nosso País não é o único atingido pela seca e as queimadas.
Janja disse que, “como se não bastasse o desafio premente de nos prepararmos e nos adaptarmos para esses eventos extremos enquanto eles se aceleram, ainda precisamos lidar com ações e interesses criminosos de terroristas climáticos, como bem disse a nossa querida ministra e minha amiga Marina Silva”.
“As enchentes, as secas prolongadas e os incêndios estão cada vez mais frequentes e intensos em todas as regiões do mundo. A resposta global às mudanças climáticas não tem sido rápida o suficiente para diminuir seu impacto”, afirmou Janja.
“Ao trazer a COP30 para a Amazônia e com os pés naquele território ancestral, queremos nos inspirar pelas experiências diversas e ricas de resistência e de construção de relações harmônicas entre pessoas e a natureza”, declarou a Primeira-Dama do Brasil.
“A COP em Belém será a oportunidade para que os países e povos do mundo possam avançar nas negociações climáticas a partir de uma compreensão ainda mais concreta da realidade nos territórios impactados”, pontuou.
Rosângela Lula Silva ainda cobrou que empresas e fundos privados invistam na mitigação dos efeitos da crise climática, em especial por meio do Fundo Amazônia:
“O Fundo Amazônia recebe majoritariamente doações de países. Mas pode também receber doações de empresas e de fundos privados. A gente pensa que só os países são os doadores para o Fundo Amazônia. Hoje, a gente tem só a Petrobras que faz doações para esse fundo. Mas é importante também saber que a iniciativa privada e os grandes fundos podem fazer doações para o Fundo Amazônia”.
