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MP pede revista e apreensão de armas do grupo ‘Os 300 do Brasil’, liderado por Sara Winter e apoiado por Bia Kicis (PSL-DF) e Caroline de Toni (PSL-SC)

    Et Urbs Magna – Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) pede urgentemente o fim do acampamento bolsonarista “Os 300 do Brasil” com revista e apreensão de armas, em ação civil pública protocolada na justiça, na tarde desta quarta-feira (13).

    De acordo com O Globo, promotores de Justiça chamam o grupo de “milícia armada” e colocam como ré na ação a ativista Sara Fernanda Giromini, de 27 anos, autodenominada Sara Winter que, segundo o jornal, lidera os organizadores dos apoiadores radicais de Bolsonaro.

    O grupo recebe alojamento, comida e “treinamento com especialistas em revolução não violenta e táticas de guerra de informação” em um acampamento secreto.

    Os ‘300’ são integrantes dos movimentos contra a democracia e com pedidos de fechamento do Supremo e do Congresso com apoio de parlamentares, em especial as deputadas federais Bia Kicis (PSL-DF) e Caroline de Toni (PSL-SC). Isso é gravíssimo.

    Sara, que já atuou em um grupo feminista da Ucrânia denominado ‘Femen’, admitiu que integrantes do grupo andam armados, para autoproteção.

    Na ação civil pública protocolada na Justiça, Giromini e o Distrito Federal são apontados como réus. Os promotores pedem, em caráter liminar, a proibição de manifestações populares com aglomerações de pessoas; sanções administrativas em caso de descumprimento das medidas de isolamento social; e a “desmobilização” do acampamento dos “300 do Brasil”, assim como busca e apreensão e revista de seus integrantes, “visando a encontrar e apreender armas de fogo em situação irregular ou cujos possuidores não possuam autorização legal para o porte”, publicou O Globo.

    Milícias não se subordinam à normatividade jurídica do Estado; seguem paralelas a ela ou em contraposição ao poder estatal. Não é necessário haver uniforme, distintivo, continência ou sinais de respeito à hierarquia, símbolos ou protocolos de conduta visíveis ou explícitos”, afirmam os promotores na ação. “Importa, e muito, o emprego paramilitar dos associados para finalidade política nociva ou estranha à tutela do estado democrático de direito“, completam os promotores na ação.

    A presença de milícias armadas, conforme noticiado nos veículos de comunicação, na região central da capital federal, representa inequívoco dano à ordem e segurança públicas.“, disse ainda o MPDFT.

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