Bernardo Moreira, crítico do deputado mineiro, diz que “tem de tudo“, desde “roubo do INSS“, passando pelo “Banco Master“, até “pastores pilantras” – ASSISTA
Postagem viral de Bernardo Moreira em 24/jan acusa marcha de Nikolas Ferreira de distrair de escândalo com Banco Master e INSS. Documentos da CPMI revelam telefone do deputado em contatos de Daniel Vorcaro. Rogério Correia denuncia laços com Igreja Lagoinha e pastores como André Valadão. Operação Carbono Oculto expõe fraudes; caminhada por Bolsonaro seria cortina de fumaça, segundo análises.
Brasília (DF) · 25 de janeiro de 2026
O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG), conhecido por sua retórica conservadora, iniciou em 18 de janeiro uma caminhada de 240 quilômetros de Belo Horizonte a Brasília, chegando à capital em 24 de janeiro, sob o pretexto de clamar pela liberdade do ex-presidente Jair Bolsonaro.
Contudo, vozes críticas, amplificadas por uma postagem viral no X (antigo Twitter), alegam que o ato serve como cortina de fumaça para encobrir envolvimentos em um vasto esquema de corrupção.
O assessor de André Janones e crítico do parlamentar mineiro elenca um turbilhão de acusações que abala os corredores do poder em Brasília, em um panorama intricado de supostas irregularidades financeiras entrelaçadas com figuras proeminentes da política e da religião.
Em sua postagem na plataforma de microblog X, feita no sábado (24/jan), Bernardo Moreira, que também é analista de políticas públicas baseado em Brasília, gerou milhares de visualizações e interações. Nela, o assessor declara:
“Acorda, Brasil! A marcha de Nikolas Ferreira é uma MENTIRA, tudo feito para livrar o rabo de CORRUPTOS”, prometendo explicar conexões com “roubo do INSS, Banco Master, pastores pilantras“.
O vídeo anexado destrincha alegações de que a mobilização distrairia da pressão sobre o escândalo do Banco Master, conforme ecoado por Renan Santos, fundador do MBL e pré-candidato à presidência por seu novo partido ligado ao movimento, em entrevista veiculada no YouTube.
Documentos da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS, obtidos e analisados por veículos de imprensa, revelam que o número de telefone de Ferreira aparece nos contatos do WhatsApp Business de Daniel Vorcaro, presidente do Banco Master.
Essa ligação, destacada em reportagem do Correio Braziliense amplia suspeitas de uma rede político-financeira, cujas evidências são corroboradas pelo homólogo de Nikolas Ferreira e também mineiro Rogério Correia.
Correia trouxe à tona, em entrevista à Revista Fórum, conexões entre a Igreja Batista da Lagoinha, o Banco Master, Ferreira e o INSS. O petista detalha como pastores, incluindo André Valadão – aliado próximo de Ferreira –, estariam implicados em uma teia de fraudes previdenciárias.
“Está tudo conectado e não para por aí”, adverte Correia, referindo-se à Operação Carbono Oculto, que desvendou irregularidades no banco, conforme vídeo analítico no Instagram de Bella Gonçalves.
Essa narrativa ganha contornos dramáticos com análises independentes, como o conteúdo do canal Galãs Feios no YouTube, que argumenta que a “caminhada patética” de Ferreira visa ofuscar laços entre igrejas evangélicas e o esquema.
Fontes como uma publicação no Facebook repercutem desmascaramentos rápidos, onde o deputado Pedro Campos desmonta a marcha em minutos, reforçando o viés distrativo.
Enquanto Ferreira atrai multidões com discursos inflamados, as investigações prosseguem, com a Polícia Federal e o Ministério Público escrutinando transações que podem envolver bilhões em empréstimos indevidos.
Esse imbróglio não apenas questiona a integridade de atores chave, mas também testa os limites da accountability em um país ainda convalescente de polarizações passadas.
Até 25 de janeiro, não surgiram despachos oficiais da CPMI ou respostas formais de Ferreira ao escândalo.
Desenvolvimentos, como possíveis audiências ou novas denúncias, serão monitorados, com cobertura detalhada em atualizações futuras.

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