Governo brasileiro lança medidas emergenciais para proteger exportadores contra a taxação de 50% imposta por Trump, com foco em apoio financeiro e preservação de empregos
Brasília, 06 de agosto de 2025
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva está mobilizando esforços para minimizar os impactos do tarifaço de 50% imposto pelo governo dos Estados Unidos, sob comando de Donald Trump, às exportações brasileiras, que entrou em vigor nesta quarta-feira (6/ago).
Com as negociações bilaterais travadas, o Palácio do Planalto corre contra o tempo para anunciar um pacote de socorro aos setores mais atingidos, como indústrias e alimentos processados.
A medida, que será detalhada em pronunciamento nacional, visa proteger empresas e trabalhadores brasileiros, com destaque para o papel do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), que oferecerá linhas de crédito especiais.
O pacote de ajuda, previsto para ser finalizado ainda nesta quarta-feira, inclui financiamentos do BNDES, Caixa Econômica Federal e Banco do Brasil, focados em empresas que dependem fortemente do mercado americano, como as de pescados e derivados de madeira.
O governo, liderado por Lula e com articulação do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, e do vice-presidente, Geraldo Alckmin, prioriza ações com baixo impacto fiscal, utilizando recursos já disponíveis.
Além disso, há propostas para aliviar a folha de pagamento das empresas afetadas, garantindo a manutenção de empregos em setores vulneráveis.
A motivação do tarifaço, segundo Trump, está ligada a questões políticas, incluindo críticas ao processo judicial contra Jair Bolsonaro no Supremo Tribunal Federal (STF).
Lula condenou a interferência externa, defendendo a soberania brasileira e a independência do Judiciário.
Apesar de quase 700 produtos terem sido isentos da taxação, 35,9% das exportações brasileiras para os EUA ainda serão impactadas, conforme informou Alckmin.
O governo avalia medidas de retaliação, como a Lei da Reciprocidade Comercial, mas mantém o diálogo como prioridade.
Com a pressão do setor produtivo, Lula busca equilibrar respostas econômicas e diplomáticas. A estratégia inclui pressionar empresas americanas afetadas pela taxação e explorar alternativas comerciais, como redirecionar exportações para outros mercados.
Enquanto o Planalto trabalha para proteger a economia, o presidente reforça a união com o Congresso Nacional e o empresariado, destacando que o Brasil não cederá a pressões políticas externas.
O sucesso do plano dependerá da agilidade na implementação e da capacidade de minimizar prejuízos sem comprometer as finanças públicas.









Este subsídio deveria ser tirado dos salários e mordomias dos deputados da oposição principalmente os fujoes e capachos dos gringos
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