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General do Irã promete ‘bofetada forte’ em Israel e nos EUA após ataques e morte de chefe da guarda revolucionária

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    Ameaça intensifica tensões no Oriente Médio devido às ofensivas israelenses contra alvos nucleares iranianos que mataram oficiais de alto escalão – SAIBA MAIS

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    Teerã, 13 de junho de 2025

    O porta-voz das Forças Armadas do Irã, brigadeiro-general Abolfazl Shekarchi, declarou em rede estatal, nesta sexta-feira (13/jun), que Israel e os Estados Unidos receberão “uma bofetada forte” devido aos recentes ataques.

    A ameaça intensifica as tensões no Oriente Médio, após Israel realizar ofensivas contra alvos nucleares iranianos, matando oficiais de alto escalão, incluindo o comandante da Guarda Revolucionária Islâmica, General Hossein Salami.

    O Irã prometeu retaliar com “força total”, mobilizando suas Forças Armadas para contra-ataques iminentes.

    Shekarchi acusou os EUA de apoiar as operações israelenses, elevando o risco de um conflito regional.

    A declaração ocorre em meio à presença do porta-aviões Carl Vinson no Mar da Arábia, com caças F-35, sinalizando preparo militar americano.

    As tensões entre Irã, Israel e EUA escalaram após ataques aéreos israelenses em Teerã e outras províncias iranianas.

    Em 26 de outubro de 2024, Israel visou bases militares, mas evitou instalações nucleares, em uma operação descrita como “calibrada”.

    O Irã respondeu com promessas de retaliação, mas até então minimizou os danos.

    Agora, com a morte de Maj. Gen. Mohammad Bagheri e outros líderes, o Irã sinaliza uma postura mais agressiva.

    Analistas apontam que a retórica de Shekarchi reflete pressão interna para demonstrar força, enquanto o país enfrenta desafios econômicos e sanções internacionais.

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    Reações Internacionais e Riscos

    Os EUA mantêm cautela, com o Pentágono reforçando a defesa de suas forças na região.

    O Presidente Biden já havia mediado conflitos anteriores entre Israel e Irã, mas a atual escalada preocupa aliados como Reino Unido e França.

    A ONU foi instada a condenar as ações de Israel, mas sem consenso até o momento.

    Grupos apoiados pelo Irã, como os Houthis no Iêmen e o Hezbollah no Líbano, também intensificaram ataques contra Israel, aumentando o temor de uma guerra regional.

    Em 7 de maio, Israel abateu um drone vindo do leste, possivelmente ligado aos Houthis.

    A ameaça de Shekarchi coloca o Oriente Médio em alerta.

    Especialistas sugerem que o Irã pode optar por ataques cibernéticos, uso de proxies ou ofensivas limitadas para evitar um confronto direto com os EUA.

    No entanto, a mobilização militar iraniana indica preparo para cenários mais graves.

    Israel mantém suas forças em “prontidão máxima” e o risco de escalada permanece alto, com impactos potenciais no preço do petróleo e na estabilidade global.

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