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Irã reivindica ataque direto ao escritório de Netanyahu: destino do premiê israelense permanece incerto

    Teerã será quem decide o fim dessa confrontação”, declarou o chanceler do Irã – Escalada inédita no Oriente Médio envolve mísseis iranianos e entrada de Hezbollah na guerra, com alertas de evacuação em massa para territórios ocupados

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    O primeiro-ministro
    O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, em seu gabinete em Jerusalém, em uma chamada telefônica com o líder dos Emirados Árabes Unidos, Mohammed Bin Zayed |13.8.2020| Foto: Kobi Gideon/PMO/Arquivo via The Times Of Israel
    RESUMO
    URBS MAGNA - Progressistas por um BRASIL SOBERANO


    Teerã (IR) · 02 de março de 2026

    Em uma virada dramática no conflito que assola o Oriente Médio, o Irã anunciou ter executado um ataque preciso contra o escritório do primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu, utilizando mísseis Kheybar em uma operação surpresa.

    De acordo com declaração oficial divulgada pela Mehr News Agency, o Corpo de Guardiães da Revolução Islâmica (IRGC) confirmou que o gabinete do “criminoso primeiro-ministro do regime sionista” e a residência do comandante da força aérea israelense foram “severamente atingidos” na décima onda de ataques, ocorrida em segunda-feira (02/mar).

    O destino de Netanyahu segue envolto em incertezas, sem confirmações imediatas sobre sua condição.

    Essa ofensiva surge em meio a uma escalada sem precedentes, motivada por agressões prévias atribuídas a Israel e aos Estados Unidos.

    O ministro das Relações Exteriores iraniano, Abbas Araghchi, enfatizou em pronunciamento que o Irã determinará “quando e como a guerra terminará“, rejeitando qualquer interferência externa.

    Teerã será quem decide o fim dessa confrontação”, declarou Araghchi, segundo o Mehr News Agency, sinalizando uma postura inabalável diante das tensões regionais.

    Paralelamente, o IRGC emitiu um ultimato inédito, ordenando a evacuação imediata dos territórios ocupados por Israel.

    Em comunicado, a força militar iraniana descreveu o lançamento de uma barragem de mísseis Kheybar como a abertura de “portas maciças de fogo” sobre alvos estratégicos, incluindo o complexo governamental em Tel Aviv, centros militares em Haifa e instalações em Jerusalém Oriental.

    Esses ataques visam desmantelar estruturas de segurança israelenses, com relatos de impactos diretos que abalam a estabilidade regional, confirma o Mehr News Agency.

    A entrada do Hezbollah no conflito amplifica a complexidade da crise. O grupo libanês, em retaliação à agressão contra o Irã – incluindo o alegado martírio do aiatolá Khamenei e do ministro da Defesa iraniano –, anunciou ataques a uma base israelense em Haifa.

    Em declaração exclusiva veiculada pelo Mehr News Agency, o Hezbollah afirmou: “A continuação da agressão israelense e o assassinato de nossos líderes nos dá o direito de nos defender e responder no momento e local apropriados“.

    Essa aliança reforça o eixo de resistência, potencializando riscos de uma conflagração mais ampla.Enquanto mercados globais reagem com volatilidade – preços do petróleo em ascensão e bolsas em queda –, analistas internacionais monitoram de perto as repercussões diplomáticas.

    O Irã mantém sua narrativa de defesa soberana, contrastando com relatos ocidentais que questionam a precisão dos mísseis, embora evidências satélites de ataques anteriores, como o de outubro de 2024 contra a base aérea de Nevatim, comprovem a eficácia iraniana.

    Relatos iniciais de explosões adicionais em Beit Shemesh, capturados em vídeo pelo Mehr News Agency, sugerem continuidade das operações.

    Retrato de Alexandr Wang discutindo o futuro da colaboração homem-IA, capturado por Ethan Pines para Forbes.



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