Mísseis balísticos iranianos deixam mais de 100 feridos e expõem vulnerabilidades no escudo aéreo israelense, intensificando temores de escalada nuclear – ASSISTA
Jerusalém, Israel · 21 de março de 2026
Na noite de sábado (21/mar), mísseis balísticos iranianos atingiram as cidades sulistas de Dimona e Arad, em uma das ações mais graves desde o início do conflito direto entre Irã e Israel.
O ataque, que deixou mais de 100 feridos, foi apresentado por Teerã como resposta imediata a bombardeios anteriores contra a instalação de enriquecimento de urânio em Natanz, no Irã.
De acordo com o Times of Israel, o sistema de saúde israelense entrou em modo de emergência total.
Equipes de resgate relataram danos extensos em edifícios residenciais, com pelo menos 10 estruturas afetadas em Arad, três delas em risco de desabamento.
O porta-voz das Forças de Defesa de Israel (IDF), Effie Defrin, afirmou que os mísseis não representam uma ameaça inédita, mas prometeu investigação sobre as falhas na interceptação: “Este não é um tipo de munição especial ou desconhecido. Investigaremos”.
O Jerusalem Post detalha que em Arad pelo menos 64 pessoas ficaram feridas, com 10 em estado grave, incluindo crianças.
Em Dimona, próxima ao Shimon Peres Negev Nuclear Research Centre — instalação nuclear não declarada oficialmente como armamentista —, cerca de 33 feridos foram registrados, com relatos de impacto direto em áreas residenciais.
A BBC confirma que o Irã justificou a ação como retaliação, enquanto a televisão estatal iraniana descreveu o alvo como resposta a agressões contra suas instalações nucleares.
O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu classificou a noite como “muito difícil na batalha pelo nosso futuro” e garantiu que Israel intensificará ataques em todas as frentes.
A PBS relata que o Ministério da Educação determinou ensino remoto para domingo e segunda-feira em todo o país, refletindo o impacto no cotidiano civil.
As FDI aprovaram operações ampliadas contra o Irã, em meio a preocupações com a escalada que ameaça a segurança regional e reforça a necessidade de canais diplomáticos para conter o ciclo de retaliações.
O Al Jazeera destaca que o conflito entra na quarta semana com alvos nucleares de ambos os lados, elevando riscos para populações civis e estabilidade no Oriente Médio — cenário que clama por moderação e justiça nas relações internacionais.
Fontes israelenses como Times of Israel indicam que resgates continuam e não há relatos de vazamento radioativo em Dimona.
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