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Bolsonaro desinforma sobre vídeo de Gleisi postado em 2018 e ministra dá invertida apontando narrativa falsa

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    O ex-presidente
    O ex-presidente Jair Bolsonaro durante comício em Presidente Prudente (SP), após motociata com apoiadores |14.9.2022| Imagem reprodução redes sociais | A ministra das Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann / Foto de Valdenio Vieira/SRI


    Ministra rebate comparação equivocada de Bolsonaro e destaca contraste entre denúncia legal e ataque à democracia

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    A ministra Gleisi Hoffmann (PT) rebateu declarações de Jair Bolsonaro, que comparou denúncias do PT em 2018 sobre irregularidades em sua campanha (como disparos em massa de mensagens no WhatsApp financiados de forma irregular) com as acusações de tentativa de golpe contra ele em 2022. Gleisi destacou que o PT agiu dentro da legalidade, buscando a Justiça Eleitoral para investigar fraudes, enquanto Bolsonaro é acusado de atentar contra a democracia ao questionar as eleições de 2022 e promover ações como os ataques de 8 de janeiro de 2023. Ela reforçou que o TSE reconheceu a base das denúncias de 2018, mas não cassou a chapa Bolsonaro-Mourão por falta de provas de impacto no resultado, enquanto as acusações contra Bolsonaro envolvem tentativas antidemocráticas de deslegitimar o processo eleitoral.



    Brasília, 13 de julho de 2025

    A ministra das Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann (PT), usou suas redes sociais para rebater declarações feitas pelo ex-presidente inelegível até 2030 e réu no STF (Supremo Tribunal Federal) por tentativa de golpe de Estado, Jair Bolsonaro (PL).

    O acusado de vários crimes pela PGR (Procuradoria-Geral da República) tentou comparar uma denúncia feita por ela em 2018, sobre irregularidades na campanha presidencial dele, com as acusações de tentativa de golpe contra a eleição de Luiz Inácio Lula da Silva em 2022.

    Em sua postagem, Gleisi esclarece as diferenças entre os episódios, destacando que o PT buscou a Justiça para apurar fraudes, enquanto Bolsonaro teria atentado contra a democracia.

    A denúncia de 2018 se refere a disparos em massa e desinformação.

    Durante a campanha presidencial, Gleisi Hoffmann, então à frente da coligação “O Povo Feliz de Novo” (PT/PCdoB/Pros), denunciou a campanha de Jair Bolsonaro por suposto uso de disparos em massa no WhatsApp, financiados de forma irregular, para disseminar desinformação e atacar adversários, especialmente o candidato petista Fernando Haddad.

    A prática, segundo o PT, envolvia a propagação de notícias falsas e acusações infundadas, com recursos financeiros não declarados, o que violaria a legislação eleitoral.

    A coligação liderada pelo PT acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com duas Ações de Investigação Judicial Eleitoral (AIJEs), pedindo a apuração dessas práticas e a cassação da chapa Bolsonaro-Mourão.

    Embora o TSE não tenha decretado a cassação, em 2021 o tribunal concluiu que as denúncias do PT eram fundamentadas.

    O relatório final das ações apontou que, “no mínimo desde 2017, pessoas próximas” ao então presidente da República “atuavam de modo permanente, amplo e constante na mobilização digital de eleitores, tendo como modus operandi o ataque a adversários políticos, a candidatos e, mais recentemente, às próprias instituições democráticas”.

    Apesar de reconhecer a existência de práticas irregulares, o TSE decidiu não cassar a chapa Bolsonaro-Mourão por falta de provas suficientes de que as ações influenciaram diretamente o resultado das eleições de 2018.

    A decisão, no entanto, reforçou a gravidade das estratégias digitais usadas pela campanha de Bolsonaro, que incluíam a disseminação de conteúdos falsos para manipular a opinião pública.

    Na postagem, Gleisi Hoffmann critica Bolsonaro por tentar equiparar a denúncia do PT em 2018 com as acusações contra ele em 2022, quando teria planejado ações para contestar a vitória de Lula nas urnas:

    A principal diferença é que nós fomos buscar o direito na Justiça e Bolsonaro tentou dar um golpe contra a eleição de Lula”, escreveu a ministra.

    Ela reforça que o PT agiu dentro dos canais institucionais, enquanto Bolsonaro é acusado de atentar contra a democracia ao questionar a legitimidade do processo eleitoral.

    As acusações contra Bolsonaro em 2022 envolvem investigações sobre supostas tentativas de desestabilizar o sistema eleitoral, incluindo pressões sobre autoridades e a propagação de narrativas contra as urnas eletrônicas.

    Essas ações culminaram em eventos como os atos de 8 de janeiro de 2023, quando apoiadores do ex-presidente invadiram as sedes dos Três Poderes em Brasília.

    Gleisi Hoffmann reforça a que o PT defende a democracia e do uso de vias legais para combater irregularidades eleitorais.

    Ao citar o relatório do TSE, a presidenta do partido legitima as denúncias feitas em 2018 e destaca a diferença de postura entre as duas situações.

    Enquanto o PT recorreu à Justiça, Bolsonaro é acusado de buscar meios antidemocráticos para se manter no poder.

    A menção ao relatório do TSE lembra que práticas como a desinformação em massa têm sido uma preocupação recorrente no cenário eleitoral brasileiro, com impactos que vão além das urnas.

    O uso de redes sociais e aplicativos de mensagens como ferramentas de campanha continua sendo um desafio para a Justiça Eleitoral, que busca regulamentar e fiscalizar essas práticas.

    Gleisi Hoffmann finaliza sua postagem reiterando o compromisso do PT com a democracia e a transparência eleitoral, enquanto Bolsonaro, inelegível até 2030 por decisão do TSE, segue usando plataformas para manter sua base de apoio mobilizada.

    Leia a invertida de Gleisi em Bolsonaro, no X:



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