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GCM faz provocações a ato contra PECs da Anistia e da Bandidagem na Paulista, diz jornalista (vídeo)

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    A Guarda Civil
    A Guarda Civil Metropolitana de São Paulo avança com viaturas sobre multidão em protesto na Avenida Paulista, gerando tensão e acusações de intimidação |29.9.2025| Imagem reprodução


    Incidente com viaturas da Guarda Civil Metropolitana durante manifestação pacífica mobiliza críticas e denúncias de intimidação política – ASSISTA E SAIBA MAIS



    Brasília, 21 de setembro de 2025

    O protesto contra a PEC da Blindagem – apelidada por críticos de “PEC da Bandidagem” – e o projeto de lei da anistia aos envolvidos nos atos de 8 de janeiro foi palco de tensão na Avenida Paulista, em São Paulo.

    O ato, que reuniu cerca de 42,4 mil pessoas segundo estimativa do Monitor do Debate Político do Cebrap em parceria com a ONG More in Common, quase descambou para o caos quando viaturas da Guarda Civil Metropolitana (GCM) avançaram pela multidão com sirenes ligadas.

    O incidente, ocorrido por volta das 17h, foi capturado em vídeos que viralizaram nas redes sociais.

    A ação da GCM foi justificada oficialmente pela Secretaria Municipal de Segurança Urbana como necessária para proteger o ex-deputado estadual Douglas Garcia (Republicanos), que estaria sofrendo um “princípio de tumulto” enquanto gravava vídeos no local.

    Para dispersar o grupo, agentes usaram spray de pimenta, o que aumentou a indignação dos manifestantes.

    A cena foi denunciada como uma “provocação ridícula, mas perigosa” pelo jornalista Chico Pinheiro, que questionou em sua conta no X o controle do prefeito Ricardo Nunes sobre a corporação.

    O ativista e cientista geopolítico Vinicios Betiol, que compartilhou um dos vídeos, foi veemente: “Bateu o desespero neles!… É preciso denunciar ao MP um possível uso da máquina do Estado pra intimidar opositores”. Ele ainda fez um paralelo com a prisão de Silvinei Vasques da PRF.

    Testemunhas no local relataram que a situação esteve perto de um conflito maior.

    O protesto em São Paulo foi parte de uma mobilização nacional que ocorreu em todas as capitais, incluindo Rio de Janeiro, com shows de Chico Buarque, Gilberto Gil e Caetano Veloso em Copacabana, e em Brasília, com críticas ao Congresso e a Jair Bolsonaro.



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