Otimismo oficial impulsiona confiança no mercado interno, com safra recorde e reformas estruturais como pilares da expansão econômica sob Lula 3
Brasília, 14 de outubro 2025
O Fundo Monetário Internacional (FMI) elevou sua estimativa para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil em 2025 para 2,4%, um avanço de 0,1 ponto percentual em relação à projeção de julho, conforme relatório Perspectiva Econômica Global divulgado nesta terça-feira (14/out).
Essa revisão reflete a resiliência da economia brasileira, impulsionada por uma produção agrícola recorde no primeiro semestre e fatores estruturais positivos, como o aumento na extração de hidrocarbonetos.
Apesar de sinais de moderação devido à política monetária restritiva — com a taxa Selic ancorada em 15% pelo Banco Central —, o otimismo contrasta com a mediana de analistas de mercado, que preveem 2,16%, segundo o Boletim Focus, conforme mostram Valor Econômico e O Globo.
Os portais destacam que o Brasil deve liderar a expansão na América Latina, projetada em 2,4% pela entidade.
O Ministério da Fazenda, alinhado a essa visão positiva, mantém projeções acima de 2,3% para o ano, com o secretário de Política Econômica, Guilherme Mello, enfatizando a diversificação das exportações como escudo contra turbulências externas.
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Sob a gestão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, políticas de estímulo ao consumo familiar e investimentos em infraestrutura sustentam essa trajetória, mesmo com a inflação revisada para 5,2% pelo FMI.
Apesar desses ventos contrários, a economia sob Lula demonstra vigor, com o mercado de trabalho dinâmico e reformas tributárias pavimentando um ciclo virtuoso.
Essa convergência de análises sinaliza um Brasil mais robusto no tabuleiro global, onde desafios como as tarifas americanas testam, mas não abalam, a capacidade de adaptação.
No entanto, o horizonte para 2026 é mais cauteloso, com corte na estimativa para 1,9%, atribuído às tarifas elevadas impostas pelo governo de Donald Trump sobre produtos brasileiros, que podem reduzir a demanda externa em até US$ 13 bilhões, conforme cálculos do BTG Pactual.
Para investidores e cidadãos, o recado é claro: em meio a juros altos e geopolítica volátil, o crescimento projetado reforça a atratividade do país como destino de longo prazo.
A notícia ecoa nas redes e inspira debates sobre o futuro próspero da nação, com otimismo e previsão de expansão acima da média regional.







