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China avalia propostas dos EUA, mas exige fim das tarifas unilaterais

    China avalia propostas dos EUA, mas exige fim das tarifas unilaterais


    DONALD TRUMP e XI JINPING na Flórida (EUA) | Carlos Barria/Reuters


    Gigantes da economia abrem caminho para negociações comerciais em meio a tensões tarifárias – SAIBA MAIS (Tempo de leitura: 2 min)

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    Washington, D.C./Pequim, 02 de maio de 2025

    A China expressou disposição para dialogar com os Estados Unidos sobre as tarifas comerciais, com o Ministério do Comércio Chinês afirmando que está avaliando propostas americanas, mas exige a remoção das tarifas de 145% impostas por Trump, classificadas como “unilaterais e injustas”.

    A mídia estatal Yuyuantantian revelou que os EUA iniciaram contatos por diversos canais, sugerindo uma tentativa de reaproximação, mesmo com a retórica pública de confronto.

    Beijing enfatiza que qualquer negociação deve ser baseada em “respeito mútuo” para avançar.

    Nos EUA, o presidente Trump defende as tarifas como uma ferramenta de pressão, alegando que a China arcará com os custos sem prejudicar os consumidores americanos, conforme relatado pela Bloomberg.

    Contudo, o Wall Street Journal aponta que a administração considera uma redução gradual das tarifas ao longo de cinco anos, caso haja progresso nas negociações.

    O Yahoo Finance destaca isenções concedidas a produtos chineses, como insumos para empresas americanas, indicando uma abordagem pragmática nos bastidores para mitigar impactos econômicos domésticos.

    A retaliação chinesa, com tarifas de até 125% sobre bens americanos eleva a urgência por um acordo.

    O Global Times relata que, apesar da ausência de negociações formais, a China mantém canais abertos, enquanto Trump expressa otimismo sobre um possível entendimento.

    A incerteza já afeta empresas americanas, como a Harley-Davidson, que enfrenta custos elevados, segundo o Yahoo Finance.

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    O desfecho das conversas será decisivo para a estabilidade econômica global.

    As próximas semanas serão cruciais para determinar se as duas maiores economias do mundo conseguirão evitar uma guerra comercial prolongada.

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