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“Caso Orelha me atrasou 200 anos de evolução espiritual e me fez concordar com Kim Kataguiri”: tá nas redes

    Escândalo da tortura brutal do cão por adolescentes ricos desperta fúria nacional: “Nunca vou perdoar esses playboys de m3rda; me fez ser punitivista, a favor da tortura, do linchamento, ser contra o ECA, apoiar vandalismo, bruxaria, oração contrária” – Leia novas repercussões e outros comentários

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    Orelha e Kim Kataguiri
    Orelha e Kim Kataguiri
    RESUMO

    O cão Orelha foi espancado por quatro adolescentes em Florianópolis em 15 de janeiro, levando à eutanásia. Post de Júlia Molusco expressa regresso espiritual e apoio a punições radicais, citando Kim Kataguiri por sua defesa à redução da maioridade penal. Familiares indiciados por coação; debate sobre ECA e crueldade animal ganha força nacional.


    Brasília (DF) · 27 de janeiro de 2026

    O brutal espancamento do cão comunitário Orelha na Praia Brava, em Florianópolis, Santa Catarina, desencadeou uma onda de indignação nacional.

    O animal, cuidado coletivamente pelos moradores há cerca de uma década, foi vítima de agressões extremas em 15 de janeiro, levando à sua eutanásia por conta de lesões irreversíveis.

    Quatro adolescentes, filhos de famílias abastadas da região, são os principais suspeitos, conforme investigações da Polícia Civil de Santa Catarina.

    A postagem da usuária Júlia Molusco no X (antigo Twitter) (veja abaixo) encapsula o turbilhão emocional gerado pelo incidente: “Esse caso do Orelha me atrasou uns 200 anos de evolução espiritual, me fez ser punitivista, a favor da tortura, do linchamento, ser contra o ECA, apoiar vandalismo, bruxaria, oração contrária e concordar com o Kim Kataguiri. Nunca vou perdoar esses playboys de merda”.

    Essas palavras, publicadas nesta terça-feira (27/jan), refletem um sentimento coletivo de frustração e desejo por retaliação, ecoando em milhares de interações nas redes sociais.

    Os motivos por trás desses argumentos radicais residem na percepção de impunidade inerente ao sistema jurídico brasileiro para menores de idade.

    O Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), lei federal que protege indivíduos abaixo de 18 anos, é visto por muitos como um escudo para atos hediondos, limitando punições a medidas socioeducativas como internação máxima de três anos.

    No caso de Orelha, as agressões incluíram golpes com objetos contundentes, resultando em fratura craniana e perfurações graves, como revelado por laudo pericial exclusivo divulgado pelo MPSC em 19 de janeiro.

    Especialistas associam tais atos a transtornos de conduta, alertando para o risco de escalada para crimes contra humanos se não houver intervenção rigorosa.

    A menção a Kim Kataguiri, deputado federal pelo União Brasil, não é fortuita. Conhecido por sua agenda liberal-conservadora, Kataguiri tem defendido ardorosamente a redução da maioridade penal para 16 anos, como em sua proposta de PEC reiterada em postagens no X, onde argumenta: “Redução da maioridade penal já! Tendo em vista as milhares de ocorrências e reincidência”.

    Em contexto recente, ele questionou o modelo de responsabilização de menores em vídeo publicado na segunda-feira (26/jan) via Instagram, afirmando estar à disposição para reformas legislativas.

    Molusco cita-o como símbolo de uma guinada punitivista, motivada pela revolta com os “playboys” – termo pejorativo para jovens privilegiados – que, segundo denúncias, tentaram afogar outro cão, Caramelo, no mesmo período, conforme atualizações do g1.

    A investigação avança com mandados de busca cumpridos na terça-feira (27/jan), resultando no indiciamento de três adultos – pais e tio dos adolescentes – por coação de testemunhas, incluindo um vigilante que gravou evidências.

    A CNN Brasil reporta exclusivamente que dois dos jovens estavam nos Estados Unidos e retornam para depoimentos, enquanto pressões internacionais, como petições por revogação de vistos, ganham força em fóruns como o Facebook.

    Psicólogos consultados pelo ND Notícias enfatizam que a crueldade pode indicar falhas educacionais em lares abastados, onde a ausência de limites fomenta empatia deficiente.

    Essa comoção transcende ideologias, unindo defensores dos animais e críticos do sistema penal em um clamor por reformas.

    A ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, lamentou o ocorrido em nota oficial: “Toda forma de vida merece cuidado, dignidade e proteção”, ampliando o debate para a proteção constitucional de animais comunitários, como defendido por advogados animalistas em análise do Migalhas.

    A Polícia Civil confirma novos depoimentos agendados para esta quarta-feira (28/jan), com possível inclusão de mais indícios de depredação urbana pelos suspeitos. Detalhes adicionais serão divulgados em breve conforme avanços oficiais.

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