Ex-primeira-dama alega sanções dos EUA em lugar de taxa/Bolsonaro de Trump e acusa governo de ameaçar democracia, mas exagera fatos em discurso para seguidores
Em carta pública ao presidente Lula, Michelle Bolsonaro alerta para supostas sanções americanas, mencionando uma tarifa comercial de 50% sobre produtos brasileiros anunciada por Donald Trump, com início em 1º de agosto, interpretada como uma pressão econômica para interferir em processos políticos e judiciais envolvendo Jair Bolsonaro. Ela acusa o governo Lula de ameaçar direitos fundamentais e promover uma “ditadura disfarçada de democracia”, comparando o Brasil a Cuba ou Venezuela, mas sem evidências de sanções reais ou colapso democrático, já que o país mantém instituições democráticas ativas, eleições livres e é classificado como “livre” por relatórios internacionais como o da Freedom House. A carta critica Lula por suposta vingança contra Bolsonaro, ideologias “doentias” e alinhamento com “movimentos terroristas e ditadores”, usando uma retórica inflamada que exagera a situação política para mobilizar apoiadores da oposição. Michelle pede que Lula abandone perseguições, promova unidade e evite sanções, mas suas alegações carecem de embasamento factual, sendo mais uma narrativa política do que uma descrição objetiva. A referência a “proteger o BRICS” e big techs sugere motivações externas de Trump, enquanto o tom da carta, com apelos religiosos e metáforas como “cobra traiçoeira”, reforça o discurso polarizador direcionado a seus seguidores.
Brasília, 12 de julho de 2025
Em carta pública ao Presidente Lula, a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro inicia leitura afirmando que “as sanções americanas, historicamente aplicadas a países reconhecidos como ditaduras, pairam como uma sombra sobre o Brasil“.
Contudo, não há quaisquer sanções do governo dos EUA ao Brasil, sob o governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), como as geralmente aplicadas a nações com graves violações de direitos humanos, apoio a terrorismo ou políticas que ameacem interesses estratégicos dos americanos.
Michelle se refere à tarifa comercial de 50% a todos os produtos importados pelos EUA oriundos do Brasil, anunciada pelo presidente Donald Trump, que datou 1º de agosto para entrada em vigor.
A decisão funciona como espécie de sanção econômico chantagista, que visa interferir no processo político e judicial interno do país envolvendo o marido de Michelle, Jair Bolsonaro.
Mas a citação ao ex-presidente na carta por Trump é “café pequeno” que pode muito bem ter sido incentivada por um brasileiro aliado de Bolsonaro que está morando nos EUA. O principal objetivo mesmo foi atingir o BRICS e, em segundo lugar, proteger as empresas de tecnologia e redes sociais estadunidenses, as chamadas big techs.
Objetivamente, as legações na carta lida por Michelle Bolsonaro tenta colocar o Brasil como Cuba ou Venezuela, estes sim, enfrentam sanções dos EUA. As tensões existem, mas não configuram um regime autoritário, conforme sugerido pela narrativa oposicionista.
“Vivemos um período delicado, onde os direitos fundamentais estão sob ameaça. Há uma ditadura disfarçada de democracia...”, diz Michelle Bolsonaro em alegação que não encontra respaldo em evidências de que esteja ocorrendo um colapso democrático, sendo mais uma retórica política da oposição do que uma descrição objetiva.
Por aqui, nunca existiram sanções americanas e as comparações a países ditadores são exageradas, dado que o país preserva um sistema democrático funcional.
O trecho reflete a visão de setores da oposição ao governo Lula, a qual ela pertence, que emitem críticas sobre decisões judiciais, como inquéritos do STF sobre fake news – que sustentam politicamente a direita, além das prisões após os atos de 8 de janeiro de 2023, o maior atentado contra a democracia do Brasil.
Tudo é parte da narrativa de limitações à liberdade de expressão e perseguição política. No entanto, o Brasil mantém instituições democráticas ativas, com eleições livres, imprensa independente e oposição atuante. Relatórios internacionais, como os da Freedom House, classificam o país como “livre“.
Michelle diz que Lula age “como uma cobra traiçoeira que se enrola lentamente e sufoca sua vítima. Quando percebemos, pode ser tarde demais“. Eis uma boa amostra de discurso de ódio que funciona como alimento para o gado, pois dentro do contexto das taxações trumpistas não há a menor aplicabilidade dessa fantasia tendenciosa. Totalmente fora de contexto.
Imediatamente depois, a ex-primeira-dama aconselha Lula a “abandonar ideologias doentias e o desejo de vingança. Governe pelo bem do povo e do Brasil. Chega de ódio e irresponsabilidade. Pare com provocações, atos e palavras que dividem. Nosso povo não precisa de discursos de raiva, mas de cuidado e de um governo responsável“. – Afirmar que o Presidente Lula quer “vingança” certamente se refere a Bolsonaro. Mas isso não importa. O que importa é que Lula quer proteger o Brasil.
Quem lê e chega até este ponto da análise da carta de Michelle a Lula já deve estar no modo automático para fazer a sua própria interpretação, com base em todo o exposto acima. Com palavras de efeito, o final parece ter sido inacreditavelmente feito para marcar o gado que ainda resta nessa virada do Presidente na opinião pública.
“Abandone as perseguições e trabalhe pela unidade e pela verdadeira liberdade. Ainda há tempo. Pare de transferir a responsabilidade dos seus atos, apontando culpados para desviar a atenção. É hora de assumir os erros, arrepender-se e pensar no povo, buscando salvar o que ainda é possível para o bem do país. Lula, baixe as armas. Deixe o desejo de vingança de lado e pare de se alinhar a movimentos terroristas e ditadores. A imagem de um Brasil pacífico e próspero está sendo destruída, e o país é arrastado para o buraco por essas escolhas. O senhor tem a oportunidade de evitar sanções. Não imite Cuba ou Venezuela, onde o povo sofre. Não queremos isso para o nosso amado Brasil. Pelo bem dos brasileiros, abandone tendências ditatoriais e corrija os graves erros do seu governo. O Brasil espera um gesto de lucidez que traga paz. É hora de cessar as provocações, silenciar os tambores de ofensas e hastear a bandeira do diálogo e da paz. Todo poder vem de Deus, mas ai daquele que o usa para oprimir inocentes. Que Deus tenha misericórdia da nossa nação, abençoe o Acre e traga verdadeira paz ao Brasil.









Infelizmente essa mulher é um fracasso ambulante para argumentar tema dessa natureza, diante do pronunciamento que faz ao presidente LULA, é de dar dó ou nojo vindo de pessoas despreparadas que passou pelo Palácio do Planalto, sem ter noção do grau de responsabilidade do cargo. O tal marido dessa mulher foi, e é, um asno ao atingir à democracia brasileira, aplicando crimes e mais crimes contra à democracia e incentivando pessoas ignorantes. Pois essas pessoas foram usadas, sem saber o óbvio. Acredita-se o tempo, que a micheque “, continua fortalecer as ameaças de sanções ao esgoverno brasileiro, oriunda do presidente Trump, e necessário que ela volte a frequentar banco de escola. Se é, que frequentou um dia”? Observa-se, mesmo usando pessoas para elaborar, isto que ela chama de carta aberta, e um desatino por parte deles encaminhar tamanho desespero a favor de livra o canalha, fascista e golpista do o ex-presidente inelegível e réu da CADEIA. Te prepara micheque com certeza o tal do teu marido está na CADEIA. SEM ANISTIA. CADEIA SIM.
Faltou dizer ”Lula, renda-se! Entregue a nação para os Estados Unidos, seja mais um traidor da Pátria. Junte-se a nós!”
Seu lugar não é num palanque dando conselhos. Se ocupe de outras coisas e não fale besteiras.
#FAMILÍCIANACADEIA
“patriotas da pátria alheia.” A família Buscapix não cansa de passar vergonha. Faz o T de Trump. Voces pagaram pra ver? Agora carreguem!
Que moral para se arvorar de conselheira do maior estadista deste país tem essa senhora que antes lobista no congresso vai lá, conquista um dos congressistas, que era casado com outra e fica com ele?
Vtnc Michele idiota!
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