Operação Tai-Pen cumpriu 16 mandados de prisão e 41 ordens de busca em que apreendeu R$ 311 mil em um escritório na Avenida Paulista – Segundo a PF, fintechs criavam um sistema bancário ilegal que movimentou bilhões em diversos países
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A Polícia Militar de São Paulo afastou o capitão Diogo Costa Cangerana, ex-chefe de segurança do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos), que foi preso pela Polícia Federal durante uma operação que desarticulou fintechs (empresas que usam tecnologia para inovar e otimizar serviços financeiros) suspeitas de movimentar R$ 6 bilhões do Primeiro Comando da Capital nos últimos cinco anos, informa coluna de Paulo Cappelli, no Metrópoles desta segunda-feira (2/11).
Ele é apontado como um dos articuladores do esquema, responsável pela abertura de contas nas fintechs usadas para lavar dinheiro do tráfico e, segundo o texto, estaria envolvido em transações realizadas entre empresas e pessoas físicas que somaram R$ 120 bilhões.
O capitão, com mais de 12 anos na Casa Militar, foi segurança de Tarcísio de Freitas até setembro e depois atuou no 13º Batalhão de Polícia Militar, responsável pela Cracolândia. Ele teve um mandado de prisão expedido pela 7ª Vara Criminal Federal na Operação Tai-Pen.
O PM esteve presente em 25 agendas oficiais de Tarcísio, incluindo uma viagem a Portugal para ações da SABESP (Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo) com investidores estrangeiros, além de eventos em Brasília com o ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), e ministros do STF (Supremo Tribunal Federal).
Na terça-feira (26/11), Tarcísio afirmou que Cangerana será punido se sua participação no esquema de lavagem de dinheiro do PCC for comprovada, destacando que a conduta do militar é um ato isolado na PM paulista e elogiando a polícia como um serviço sério e profissional, apesar de reconhecer a existência de membros problemáticos que serão eliminados.
A PF cumpriu 16 mandados de prisão e 41 ordens de busca na Operação Tai-Pen, apreendendo R$ 311 mil em um escritório na Avenida Paulista, e alegou que as fintechs criaram um sistema bancário ilegal que movimentou bilhões em diversos países.
O grupo é acusado de crimes contra o sistema financeiro, ocultação de capitais, organização criminosa e evasão de divisas. O nome da operação faz referência a uma obra chamada “Chefe Supremo”.
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