o Superávit que Desafia Expectativas e Impulsiona a Economia Nacional

Brasília (DF) · 07 de janeiro de 2026
O Brasil emergiu como um colosso no comércio internacional ao registrar exportações de US$ 349 bilhões em 2025, eclipsando todos os patamares anteriores e desafiando o impacto de tarifas impostas pelos Estados Unidos.
Esse marco não apenas consolida a recuperação econômica do país, mas também sinaliza uma trajetória ascendente que pode redefinir seu papel no tabuleiro mundial.
O vice-presidente Geraldo Alckmin, em um vídeo veiculado nas redes sociais, destacou o vigor do setor:
“Nosso volume de exportação cresceu 5,7% o ano passado, enquanto o mundo avançou 2,4%. Ou seja, o Brasil cresceu o dobro do mundo no comércio exterior”.
Ele ainda apontou para três recordes simultâneos: exportações próximas a US$ 349 bilhões, importações de US$ 280 bilhões e uma corrente de comércio totalizando US$ 629 bilhões.
Esse superávit comercial de US$ 68,3 bilhões representa o terceiro consecutivo desde o início da atual administração, conforme dados oficiais do MDIC.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva ecoou o otimismo em sua publicação no X (antigo Twitter), qualificando o feito como um “retrato de um país que voltou a ser protagonista no cenário global”.
Ele enfatizou que, nos últimos três anos, o Brasil abriu mais de 500 novos mercados para seus produtos, superando em mais do que o dobro o desempenho da gestão anterior (2019-2022).
Essa expansão ocorreu apesar do “tarifaço” americano, que reduziu em 6,6% as vendas para os EUA, conforme análise exclusiva do Metrópoles, que atribui o declínio a barreiras tarifárias impostas por Washington.
O crescimento de 3,5% em valor e 5,7% em volume superou a projeção global da OMC, com mais de 40 mercados registrando compras recordes de bens brasileiros, segundo a Agência Brasil.
Setores como o agronegócio despontaram, com exportações de carnes batendo marcas históricas.
A ApexBrasil, agência de promoção de exportações, atribui o sucesso à capacidade de conquistar novos territórios comerciais, fortalecendo a resiliência econômica.
Críticos, no entanto, ponderam os desafios. Embora o tarifaço dos EUA tenha sido contornado por diversificação de parceiros – ampliando vendas para mais da metade dos aliados comerciais –, o impacto poderia ser mitigado com negociações mais agressivas.
O recorde ocorreu em meio a boicotes internos de setores opositores, mas o saldo positivo impulsiona investimentos em infraestrutura e geração de empregos.
Essa performance não é mero acaso, mas fruto de políticas estratégicas que priorizam a integração global, como sublinhado por Alckmin:
“Em orientação do presidente Lula, avançar ainda mais no comércio internacional. 2026 vai ser ainda melhor!”.
Com projeções otimistas, analistas preveem que o Brasil possa elevar sua participação no PIB global, fomentando um ciclo virtuoso de prosperidade sustentável.

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