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Atos pró-Bolsonaro pelo Brasil confunde ideologias e perde fôlego enquanto Lula avança

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    Apoiador de Bolsonaro exibe cartaz que confunde ideologias “Fora Lula Supremo é o Povo” | Presidente Lula sorri / Foto: Ricardo Stuckert


    Manifestações reúnem milhares em apoio ao réu no STF e inelegível até 2030, mas números revelam queda no engajamento bolsonarista, enquanto Lula decola por estar verdadeiramente ao lado do povo



    Brasília, 04 de agosto de 2025

    Jair Bolsonaro, mesmo impedido de sair de casa, e tornozelado, liderou neste domingo (3/ago) uma onda de protestos em várias cidades brasileiras, como São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Belém, Goiânia, Salvador, e até em cidades do interior como São José do Rio Preto, Bauru, Araçatuba e Joinville.

    Os atos, organizados por apoiadores do ex-presidente, pediam a anistia para os condenados pelos ataques de 8 de janeiro de 2023, o impeachment do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e do ministro do STF, Alexandre de Moraes, além de críticas ao foro privilegiado.

    Depoimentos de apoiadores de seu eterno “mito” foram coletados por vários influenciadores digitais. A maioria das argumentações mostra inaptidão política, insuficiência verbal com coerência e até confusão ideológica, como a vista no cartaz da foto.

    Em São Paulo, na Avenida Paulista, cerca de 37,6 mil pessoas se reuniram, segundo estimativas do Monitor do Debate Político do Cebrap, ligado à USP, em parceria com a ONG More in Common.

    O número, embora expressivo, é bem menor que os 185 mil reunidos em fevereiro de 2024, quando Bolsonaro esteve presente, sinalizando um desgaste na mobilização bolsonarista, segundo a Veja.

    Nas redes sociais, o influenciador digital Thiago dos Reis escreveu: “Ausência de Tarcísio reduz ato bolsonarista na Paulista a míseros 3 mil participantes. Fracasso simboliza declínio da oposição enquanto governo Lula avança com coesão e resultados sociais“.

    No Rio de Janeiro, o ato ocupou a orla de Copacabana, com a presença do senador Flávio Bolsonaro e do governador Cláudio Castro, ambos do PL.

    Flávio criticou as sanções americanas contra Moraes, chamando-as de “vergonha brasileira”, enquanto os manifestantes reforçavam o apoio ao ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, visto como aliado da direita brasileira.

    Em Brasília, o protesto foi menor, com cerca de 4 mil pessoas em frente ao Banco Central, segundo a Polícia Militar, e contou com discursos dos senadores Izalci Lucas e Márcio Bittar, além das deputadas Bia Kicis e Caroline de Toni, todos do PL ou União-AC, exigindo a aprovação imediata da anistia.

    Em Belém, a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro liderou o ato, declarando que “o fim da censura no Brasil está próximo”.

    Apesar do entusiasmo, os números mostram uma queda significativa no engajamento

    Em Copacabana, o ato de 16 de março de 2025 reuniu 26 mil pessoas, contra 40 mil a 45 mil em abril de 2024, conforme dados do Cebrap. Em São Paulo, a manifestação de abril de 2025 atraiu 44,9 mil participantes, enquanto o evento de junho teve apenas 12,4 mil, segundo a mesma metodologia que usa drones e inteligência artificial para contagem.

    Eduardo Bolsonaro, em transmissão ao vivo de Belo Horizonte direto dos Estados Unidos, destacou articulações com parlamentares europeus para ampliar sanções contra Moraes, mas aliados admitem que a mobilização tem perdido força, especialmente sem a presença física de Bolsonaro.

    Os protestos refletem a resiliência do bolsonarismo, mas também seus desafios.

    A ausência de lideranças como Michelle Bolsonaro e o governador Tarcísio de Freitas em São Paulo e a redução no número de participantes em comparação com atos anteriores, como os 183 mil em fevereiro de 2024 na Paulista, indicam que o movimento enfrenta dificuldades para manter o mesmo ímpeto.

    Ainda assim, os apoiadores de Bolsonaro insistem que os atos mostram sua força política, enquanto tentam pressionar o Congresso pela anistia e manter a base mobilizada para as eleições de 2026.

    O cenário aponta para uma polarização persistente, mas com sinais de desgaste que podem impactar o futuro do movimento, prevê o redator da revista que mais atacou Lula durante anos de golpismo.



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    1 comentário em “Atos pró-Bolsonaro pelo Brasil confunde ideologias e perde fôlego enquanto Lula avança”

    1. BEATRIZ FLORENCIO MELLO

      Temos que prestar atenção ao vice do Trump, ele é esperto e aproveita o Trump que polariza pra fazer o que quer com as BETS.
      XANDAO tem que endurecer com as BETS. Fiscalizar e não ceder.

    Os comentários estão fechados.

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