Português Inglês Irlandês Alemão Sueco Espanhol Francês Japonês Chinês Russo
Avançar para o conteúdo

Ao responder Estadão, Cappelli diz que sua família teve medo dele ser assassinado: ‘flerta com obscurantismo’

    Jornal atacou Moraes por sugerir 14 anos de prisão à golpista que pichou estátua – Ex-secretário do Ministério da Justiça relembra ataques e acusa editorial de relativizar gravidade dos fatos com texto tendencioso – SAIBA MAIS

    COMPARTILHE:

    UrbsMagna no WhatsApp
    ——-Receba Notícias———
    ➡️ UrbsMagna no Telegram

    O jornal O Estado de S. Paulo postou mais um de seus editoriais polêmicos e, desta vez, para dar peruada no voto do ministro do STF (Supremo Tribunal Federal), Alexandre de Moraes, para condenar a 14 anos de prisão a manicure que pichou os dizeres Perdeu, Mane na estátua A Justiça, que fica em frente à Corte.

    “Isso não é justiça”, diz o título da opinião do jornalão. Moraes condena uma cidadã que nem sequer deveria ter sido julgada pelo STF a 14 anos de prisão por causa de uma pichação com batom, num flagrante exagero que desmoraliza o Judiciário opina, grotescamente.

    Conforme a transcrição acima, a impressão é a de que o texto foi proferido por algum membro da extrema direita, mas não. Foi o Estadão, que devido aos seus posicionamentos contra a democracia, tem sido referido nas redes sociais como “estadinho”.

    Após ler a manchete tendenciosa, o ex-secretário-executivo do Ministério da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Cappelli, usou sua conta no X para comentar os eventos que marcaram os ataques golpistas de 8 de janeiro de 2023, em Brasília.

    Atualmente presidente da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), Cappelli foi interventor federal nomeado pelo Presidente da República Federativa do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), logo após os famigerados atos que abalaram a democracia brasileira.

    Em sua publicação, Cappelli relatou momentos de tensão vividos durante os ataques. “Estava no campo da batalha. Haviam homens armados que tentaram assassinar a soldado Marcela, escreveu.

    Na sequência, Cappelli descreveu cenas de violência extrema, afirmando que “homens com rádios” o impediram de derrubar gradis para o desmonte de acampamentos. Ele também falou sobre tanques que se moviam em sua direção.

    Cappelli também mencionou episódios como a tentativa de explosão de um aeroporto durante as festas de Natal e a destruição da sede dos Três Poderes, incluindo a vandalização de um Cristo arrancado da parede.

    O ex-secretário afirmou que o Estadão estaria flertando com o “obscurantismo sombrio” e o autoritarismo ao relativizar a gravidade dos fatos. Para Cappelli, a postura do jornal remete a um passado em que o jornal apoiava a ditadura militar após o golpe de 1964.

    “Eu vi nossa democracia na beira do abismo. Eu temi por ela e por um banho de sangue em nosso país”, desabafou Cappelli, que também relatou o medo de sua família durante os eventos, temendo por sua vida.

    Eu vi minha família chorar de medo, achando que eu poderia ser assassinado por eles a qualquer momento“, escreveu no texto.

    Cappelli finalizou sua mensagem com um recado direto ao jornal: “Saiba, Estadão, que nós AINDA ESTAMOS AQUI. Por Rubens e Eunice Paiva. Nós ainda estamos aqui pelo BRASIL.

    UrbsMagna no WhatsApp
    ——-Receba Notícias———
    ➡️ UrbsMagna no Telegram


    Redes Sociais

    1 comentário em “Ao responder Estadão, Cappelli diz que sua família teve medo dele ser assassinado: ‘flerta com obscurantismo’”

    1. Jair Francisco Lusa

      Esse Jornalão é golpista desde 1964.
      Deveria estar no banco dos réus também.

    Os comentários estão fechados.

    🗣️💬

    Discover more from

    Subscribe now to keep reading and get access to the full archive.

    Continue reading