Visando derrubar o presidente, mídia PIG fez aliança com Flávio Bolsonaro, com Mendonça e com tudo, afirma Eduardo Guimarães
Brasília (DF/BR) · 15 de março de 2026
O jornalista Eduardo Guimarães, do Blog da Cidadania, afirmou, em transmissão na noite deste domingo (15/mar), com um alerta:
“Venho avisando desde o ano passado, desde novembro e dezembro do ano passado, que a onda de ataques ao Supremo Tribunal Federal era para atingir o Lula; no fim das contas, o próprio Lula e o próprio governo federal.“
Guimarães explicou que os ataques ao Supremo Tribunal Federal (STF) nunca tiveram como alvo exclusivo o tribunal, mas sim o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e sua administração.
Segundo ele, setores do próprio governo orientaram Lula a se distanciar das críticas ao STF, mas o presidente logo percebeu a impossibilidade dessa estratégia.
“Setores do governo orientaram o presidente Lula a se afastar dos ataques ao Supremo; depois, houve o reconhecimento de Lula de que não havia possibilidade de se afastar do Supremo, porque atingindo o Supremo, atingiria o próprio governo Lula“, detalhou o jornalista.
Ele lamentou que a compreensão plena da gravidade da situação só tenha chegado tardiamente, quando os danos já estavam em curso.
Guimarães citou a recente declaração do professor Pedro Serrano no Brasil 247, que corroborou exatamente o que ele vem denunciando desde dezembro de 2025.
Pedro Serrano disse, em tom irritado:
“Olha, é muito claro, está muito claro, não tem cabimento o que eles estão fazendo e o objetivo deles não é nem Lula nem o STF, é atingir a democracia.”
O jornalista destacou que Pedro Serrano e ele chegam à mesma conclusão: o alvo final das ofensivas é a democracia brasileira.
Em sua análise, Guimarães revelou suposta aliança entre a mídia golpista e setores bolsonaristas.
Ele recordou o histórico da mídia em golpes: 1964, impeachment de Dilma Rousseff e exclusão de Lula das eleições de 2018.
“Há uma aliança entre a mídia golpista a mídia que deu golpe de 1964 junto com os militares que deu um golpe em Dilma Dilma Russef que deu um golpe em Lula tirando-o da eleição de 2018 e acabou dando ao Brasil Bolsonaro”, afirmou.
Agora, segundo Guimarães, essa mesma mídia teria fechado acordo com Flávio Bolsonaro para derrubar Lula e viabilizar novo nome da direita.
“A mídia ataca de novo e fez um acordo com Flávio Bolsonaro e os bolsonaristas para tirar o Lula e colocar Flávio Bolsonaro é isso que a mídia quer”, denunciou.
Ele criticou a entrega da relatoria do caso Banco Master e das fraudes no INSS a André Mendonça, afirmando que foi dada “de bandeja” pelo presidente do STF, Edson Fachin, após a saída de Dias Toffoli.
Guimarães alertou que Mendonça está disposto a decretar a prisão de Fábio Luís Lula da Silva (Lulinha) até o fim do semestre de 2026.
“O que é que Mendonça vai tentar fazer até o meados desse ano até o fim do semestre ele está declaradamente disposto a prender Fábio Luiz o filho de Lula o filho mais velho do presidente Lula”, declarou.
O objetivo seria enfraquecer Lula em ano eleitoral e pavimentar o retorno de Jair Bolsonaro ao poder.
“O objetivo era Lula e objetivo é eleger Jair Bolsonaro e infelizmente com ajuda de setores da esquerda que não sabem nem onde tem o nariz que ajudaram a fazer essa patifaria com o Brasil”, completou.
Guimarães reforçou que suas previsões desde dezembro de 2025 se confirmaram com a fala de Pedro Serrano e com a nomeação de delegados da Polícia Federal em gabinetes do STF, especialmente Thiago Marcantônio Ferreira no de André Mendonça, criando desconfiança institucional e suposta influência em decisões extremas como prisões preventivas.
Publicações recentes no Brasil 247 e na Revista Fórum reforçam as denúncias sobre a presença de delegados da PF no STF e a seletividade das investigações.

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