‘The Guardian’ mostra como as fake news elegeram Bolsonaro: “42% das mensagens da direita eram falsas!”, publicou o jornal inglês

30/10/2019 2 Por Redação Urbs Magna
‘The Guardian’ mostra como as fake news elegeram Bolsonaro: “42% das mensagens da direita eram falsas!”, publicou o jornal inglês

O jornal britânico The Guardian publicou hoje em seu site uma análise que demonstra como a campanha eleitoral de Jair Bolsonaro em 2018 foi beneficiada por uma avalanche de fake news.


O aplicativo, de propriedade do Facebook, é utilizado por mais de 120 milhões de pessoas no Brasil. O jornal teve acesso ao WhatsApp Monitor, um banco de dados mantido pela Universidade Federal de Minas Gerais, composto por milhares de mensagens compartilhadas diariamente em grupos do aplicativo.


WHATSAPP

TELEGRAM
Receba nossas NOTÍCIAS.
Acesse e siga as INSTRUÇÕES
Receba nossas NOTÍCIAS.
Acesse e siga NOSSO CANAL


Acompanhe as publicações do ET URBS MAGNA no FACEBOOK (CURTA AQUI)

A ferramenta forneceu ao Guardian cerca de doze mil mensagens compartilhadas durante o período eleitoral.

O resultado é estarrecedor: cerca de 42% de todas as mensagens classificadas como favoráveis à direita – conteúdos criados apoiadores de Bolsonaro, por exemplo – eram falsas!

Em comparação, apenas 3% das mensagens com conteúdos de esquerda eram fakes.

Das fake news direitistas, aproximadamente 48% tratavam de supostas fraudes nas urnas eletrônicas. Outros 14% eram ataques diretos a figuras da esquerda – na maior parte das vezes, utilizando xingamentos e apelando a discursos racistas, homofóbicos e sexistas.

O WhatsApp é um dos alvos da CPI das Fake News, que teve início nesta quarta-feira 30/X com depoimento do deputado federal Alexandre Frota, ex-bolsonarista.

Em 8/X, o WhatsApp admitiu o alto impacto das notícias falsas espalhadas através do aplicativono processo eleitoral de 2018.

via Conversa Fiada

Utilize o espaço que reservamos para você fazer comentários. Role a página para baixo e fale sobre este assunto.
Os comentários não representam a opinião do ET URBS MAGNA. A responsabilidade é do autor da mensagem.

SIGA Et Urbs Magna

FacebookTwitterInstagram
Anúncios