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Lula quer que STF declare Moro suspeito e Witzel diz que ex-juiz foi parcial

Por Redação Urbs Magna

Em discurso nesta sexta-feira (28), o governador afastado do Rio de Janeiro, Wilson Witzel, atacou Sergio Moro ao comentar as…

Witzel diz que Bolsonaro é “carta fora do baralho” em 2022, em referência ao assassinato de Marielle

Por Redação Urbs Magna

A revelação de que o nome de Jair Bolsonaro aparece em meio aos desdobramentos das investigações do assassinato da vereadora carioca Marielle Franco (PSOL) e do motorista Anderson Gomes, já levam o governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel (PSC) a considerar o ex-capitão como “carta fora do baralho” na disputa presidencial de 2022. Segundo reportagem do blog da jornalista Bela Megale, Witzel – que tem planos de se candidatar ao Planalto no próximo pleito presidencial – já vem comentando com aliados próximos sobre Bolsonaro não disputar a reeleição há cerca de um mês.

‘BOLSONARO LIBEROU ENTRADA DO MATADOR DE MARIELLE EM SEU CONDOMÍNIO NO DIA DO ASSASSINATO’ – Na madrugada saudita, Bolsonaro deixa seu príncipe para dizer, em LIVE, que não matou Marielle e abrir guerra contra a Globo e Witzel

Por Redação Urbs Magna

Não fosse tão sério, o presidente estaria dormindo tranquilamente e vivendo seu sonho das Arábias. Mas acordaram-no no meio da madrugada para mostrar que seu circo no Brasil pegara fogo. Emergencialmente, em seu canal no Facebook, o presidente com cara de sono e poucos amigos atacou a rede Globo por conta da reportagem no JN.

O Crime é um negócio; a vida humana, uma droga – por Fernando Brito

Por Redação Urbs Magna

O governador, orgulhoso, diz que seus “snipers” estão agindo “sigilosamente” (o novo nome de clandestinidade) estourando cabeças de bandidos.

“Eles já estão sendo usados, só não há divulgação. Quem avalia se vai dar o tiro na cabeça ou em qualquer outra parte do corpo é o policial” diz ele a O Globo.

Naa manchete do jornal, resultado da “política de segurança” deste enfrentamento: as milícias  já estão presentes em 14 cidades do estado e  controlam 26 bairros do Rio. “Somente no município do Rio, estão sob o jugo de milicianos, direta ou indiretamente, cerca de 2,2 milhões de pessoas”, informa o jornal.

Compostas por policiais, ex-policiais, agregando bombeiros militares e agentes penitenciários, elas passaram, também a controlar o tráfico, além de uma lista que vai de controle do transporte alternativo, venda do gás, tv a cabo e internet, agiotagem, grilagem e contrabando de cigarros.

Como funcionam em promiscuidade com o aparelho policial oficial, a raras ações feitas contra ela têm poucos resultados e é evidente a “benção” que recebem e o dízimo que pagam aos agentes do Estado.

O crime não é só um produto da injustiça e da iniquidade social, nisso eles têm razão.

É um negócio, um grande negócio, patrocinado hoje em dia tanto pelo governador quanto pelo Presidente da República, que já disse que os milicianos seriam “muito bem-vindos”, dada a incapacidade do estado de fazer cumprir a lei.

E como defender legalidade nas operações policiais é “defender bandido”, matam-se os bandidos “selecionados” para que o exército da milícia expanda seus lucros.