Tag: Rogério Favreto

DESPACHO DE MORO CONTRA HC DE LULA PODE SE TORNAR NULO – TOFFOLI DIZ QUE JUIZ DEVE SE EXPLICAR AO CNJ

Por Redação Urbs Magna

Toffoli Afirmou Que O Juiz Deve Apresentar Justificativas Ao CNJ Por Impedir A Polícia Federal De Cumprir O Alvará de Favreto Que Soltaria Lula

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SERGIO MORO TAMBÉM CONFESSA QUE AGIU ‘FORA DA LEI’ COM LULA PARA IMPEDIR QUE FAVRETO O LIBERTASSE

Por Redação Urbs Magna

Em sua defesa apresentada ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ), o juiz federal Sérgio Moro admitiu que agiu de forma errada ao atuar para evitar a concessão do habeas corpus ao ex-presidente Lula e mantê-lo preso. Contudo, segundo o juiz, a decisão foi tomada para evitar uma “situação de risco”

SERGIO MORO É INTIMADO PARA PRESTAR ESCLARECIMENTOS SOBRE O “SOLTA LULA, NÃO SOLTA LULA”, JUNTO COM GEBRAN NETO E FAVRETO

Por Redação Urbs Magna

CNJ intima Favreto, Gebran e Moro após decisões sobre Lula Magistrados proferiram decisões conflitantes envolvendo pedido de liberdade para suspender cumprimento de pena do ex-presidente na Lava Jato

“SERGIO MORO NÃO TEM MAIS CONDIÇÕES DE JULGAR LULA. NENHUM JUIZ É DONO DE UM PROCESSO, A ESCRAVIDÃO FOI ABOLIDA”

Por Redação Urbs Magna

Governador do Maranhão e ex-juiz federal por 12 anos, Flávio Dino avalia que o juiz Sergio Moro se intrometeu de maneira inusitada e esdrúxula ao se manifestar, no domingo 8, contra a decisão do desembargador Rogério Favreto (TRF-4) pela soltura do ex-presidente Lula, sem ter qualquer competência sobre o tema do habeas corpus; para ele, Moro sacrificou as condições mínimas que supostamente ainda teria para atuar em outros casos envolvendo Lula

SEMIDEUS DE CURITIBA E SEU AMIGO GEBRAN SERÃO INVESTIGADOS POR JOÃO OTÁVIO DE NORONHA (CNJ)

Por Redação Urbs Magna

O corregedor nacional de Justiça, ministro João Otávio de Noronha, não acatou a ordem de Gebran Neto e determinou a abertura de procedimento para apurar as condutas dos desembargadores Rogério Favreto e João Pedro Gebran Neto

MORO PODE PERDER O CARGO DE JUIZ FEDERAL: ELE E DESEMBARGADORES TERÃO CONDUTAS APURADAS PELO CNJ

Por Redação Urbs Magna

Os trabalhos serão iniciados “imediatamente” pela Corregedoria. A decisão do corregedor se refere a um procedimento preliminar. Para que um processo disciplinar seja aberto, é preciso uma decisão do plenário do CNJ. As punições vão de censura a aposentadoria compulsória (perda do cargo, mas manutenção do salário)