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Mercado chama Bolsonaro de ‘Dilma de calças’, após atrito com Maia

O estiramento da relação do governo Jair Bolsonaro com o Congresso explicitou as fragilidades da atual gestão para setores que antes apoiavam o governo incondicionalmente. Pela primeira vez, o presidente foi amplamente criticado por atores importantes do mercado que se posicionaram ao lado do comandante da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), na queda de braço entre os Poderes. Governadores e parlamentares planejam um ultimato aos militares, vistos como tutores do Planalto.

PRISÃO DE TEMER AZEDA A REFORMA DA PREVIDÊNCIA – Ibovespa a -2,5% e alta do dólar – pânico no mercado

Assim que a notícia da prisão do ex-presidente Michel Temer foi divulgada, o índice Ibovespa chegou a cair 2,5% e o real se desvalorizou. As prisões provocaram “pânico” na classe política e nos mercados, o que faz a reforma da Previdência entrar em modo de suspensão. Segundo a agência XP Política “um ambiente mais turvo e quente no Congresso não tem como ser bom para a reforma da Previdência”. Ela acrescenta: “o judiciário e MP, que hoje prendem Temer, são as mesmas categorias que, junto com outras da elite do funcionalismo, farão pressão pesada contra a reforma no Congresso.”

Risco Bolsonaro dispara: verborragia presidencial assusta mercado e ministros jogam areia na economia

Investidores ficam assustados com verborragia de Bolsonaro – Manifestações presidenciais inquietam até o mercado financeiro, enquanto os ministros jogam areia no crescimento. Nociva para o comércio externo e os investimentos no País, a incontinência verbal do presidente, secundada pela visão obscurantista dominante no seu ministério, passou a inquietar também o sistema financeiro que bancou sua candidatura.