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‘Fantástico’ da Globo acusa Record de cumplicidade com o esquema Bolsonaro

Por Redação Urbs Magna

Um fato raro, quase inédito: a Globo partiu para o confronto público com a Rede Record do bispo Edir Macedo. O governo Bolsonaro está no centro da ofensiva da emissora dos Marinho contra a concorrente. Enquanto a Globo distancia-se cada vez mais do governo de extrema-direita, a Recoro (ao lado do SBT) tornaram-se as emissoras extraoficiais do novo regime. O jornalista Maurício Stycer, um dos maiores especialistas em TV do país, apontou em seu blog: “Fato muito incomum, neste domingo (20) a Globo fez uma crítica pública ao jornalismo praticado pela concorrente Record. Deu-se durante o ‘Fantástico’ e fez menção a uma entrevista exibida minutos antes por seu concorrente direto, o ‘Domingo Espetacular’”.

[Vídeo] Com a CNN chegando ao Brasil, Globo dispara míssil no clã Bolsonaro: JN divulga relatório Coaf com depósitos de Queiroz e acaba com Flávio – ASSISTA

Por Redação Urbs Magna

Um novo míssil foi disparado pela Globo em direção ao clã Bolsonaro que pode complicar de uma vez sua relação no Bolsogate; Jornal Nacional divulgou trecho de um relatório do Coaf com movimentações bancárias suspeitas de Flávio Bolsonaro entre junho e julho de 2017; em um mês, foram quase 50 depósitos em dinheiro numa conta do senador eleito e filho do presidente Jair Bolsonaro, no total de R$ 96 mil; relatório afirma que o fato de terem sido feitos de forma fracionada desperta suspeita de ocultação da origem do dinheiro

Globo detona Bolsonaro e diz que ‘Decreto da Posse de Armas’ é “temerário” e uma “aposta enganosa”

Por Redação Urbs Magna

Em editorial publicado na tarde desta terça-feira 15, dia em que o presidente Jair Bolsonaro assinou decreto que flexibiliza a posse de armas, o jornal da família Marinho manifesta-se contra a decisão. “Difícil desmentir a relação entre mais armas e mais mortes”, defende o texto, que contesta ainda o argumento de Bolsonaro de que a população escolheu de tal forma, com base no plebiscito feito em 2005, conforme previsto pelo Estatuto do Desarmamento, em que a maioria decidiu pela manutenção do comércio de armas e munições. “Não é possível compartilhar com o presidente a certeza de que hoje o resultado da consulta seria o mesmo”, diz o Globo.