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Mourão assume presidência e muda de assunto pra não falar de Flávio Bolsonaro: “…extrema satisfação que o Flamengo venceu ontem…”, disse ao chegar no Planalto

Por Redação Urbs Magna

Brasília — Ao chegar no Palácio do Planalto nesta segunda-feira (21), o presidente em exercício, Hamilton Mourão, fez uma brincadeira com jornalistas e evitou um novo comentário sobre o senador eleito Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), filho do presidente Jair Bolsonaro.

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Bolsonaro manda Mourão calar a boca de vez e crise se instala na equipe que está prestes a assumir o governo

Por Redação Urbs Magna

O governo Bolsonaro começa daqui a pouco menos de um mês, mas os conflitos internos agravam-se dia a dia antes da posse. O presidente eleito, capitão reformado, reafirmou nos últimos dias a imposição de uma “lei do silêncio” sobre seu vice, o general Hamilton Mourão. Alguns dos mais próximos aliados de Bolsonaro fizeram chegar ao general, segundo a jornalista Jussara Soares, em O Globo, que os holofotes devem ser apenas para o presidente eleito, como único porta-voz do futuro governo.

Mourão diz que não é ‘anencéfalo’

Por Redação Urbs Magna

Em declarações a Andre Sadi, do G1, o General Hamílton Mourão fez o possível para parecer conformado com as advertências públicas que recebeu ontem, na entrevista dada por Jair Bolsonaro no Jornal Nacional, quando ouviu que “eu sou o capitão, ele é o general, mas o presidente sou eu”. Mas não conseguiu reprimir uma declaração deque está obedecendo, mas não se convencendo:

“Falei para ele proceder com sua visão. Tenho minhas críticas. Agora, o presidente, como ele disse, é ele. Só não sou um vice anencéfalo. Tenho minhas opiniões”, disse Mourão.

Anencéfalo, por certo, o general não é, pois anencéfalos, pobres bebês, não vivem mais que breves minutos e vegetativamente.

Talvez ele tenha querido dizer acéfalo, que é outra coisa, literalmente, sem cabeça.

Como o general tem uma e, pelo visto, não só para usar o quepe, deve estar falando de um dos dois sentidos figurados: o primeiro, sem comando; ou o segundo, sem inteligência.

Ou seja, que obedece, mas não concorda.

O que nos deixa na situação inusitada de termos uma insatisfação militar nada menos que do vice do presidente que nem sequer foi eleito.

Porque o vice fala em “autogolpe”, em extinção do 13º salário, em “Constituinte de Notáveis” ao mesmo tempo em que aceita seu chefe dizer que isso são “caneladas”.

Em declarações a Andre Sadi, do G1, o General Hamílton Mourão fez o possível para parecer conformado com as advertências públicas que recebeu ontem, na entrevista dada por Jair Bolsonaro no Jornal Nacional, quando ouviu que “eu sou o capitão, ele é o general, mas o presidente sou eu”. Mas não conseguiu reprimir uma declaração deque está obedecendo, mas não se convencendo

CAPITÃO MANDA GENERAL CALAR A BOCA E PARAR DE FALAR ASNEIRAS – BOLSONARO PROÍBE MOURÃO DE FALAR

Por Redação Urbs Magna

Depois de dizer pelas redes sociais que Mourão “ofende os trabalhadores” ao dizer que o décimo-terceiro é uma “jabuticaba”, o candidato Jair Bolsonaro agora censurou o general Hamilton Mourão, seu candidato a vice, proibindo-o de manter agenda pública até o primeiro turno, no domingo, 7; “Por orientação de Jair Bolsonaro, seu candidato a vice, general reformado Antonio Hamilton Mourão, não terá mais agenda pública de campanha a partir desta sexta-feira, 28, até a data do primeiro turno, dia 7 de outubro