Homenagem ao Professor Michel Temer: PMDB fará pesquisas com os brasileiros

TEMER 2018

Eles seriam capazes de lançar essa campanha para o próximo ano?

O Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB) ao qual pertence o ilegítimo, usurpador e mais rejeitado presidente de todos os tempos, Michel Temer, está idealizando alguns questionários a serem introduzidos em pesquisas qualitativas que serão realizadas até o fim de 2017.

A ideia é realizar um levantamento de opiniões ainda este ano com vistas para as eleições de 2018, pois na condição de piloto do governo mais impopular que os brasileiros já testemunharam, o PMDB deseja analisar e entender o que o povo pensa sobre os mais variados assuntos.

Os temas, que variarão desde conectividade social a relacionamentos homoafetivos, trarão respostas à cúpula peemedebista inerentes à interação com o eleitorado objetivando decisões conjuntas para os melhores caminhos a serem seguidos no incógnito ano vindouro, além de que serão testados nomes eventuais para a disputa de “assentos” nos estados.

As alianças já estão sendo especuladas.

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Filho de Lula teve sua casa revirada pela Polícia Tucana

O filho adotivo do ex-presidente Lula, Marcos Claudio Lula da Silva, foi alvo de uma operação da Polícia Tucana Civil de São Paulo, nesta terça-feira (10).

A presidenta nacional do PT, Gleisi Hoffmann, classificou a operação uma “violência” e uma “perseguição sem fim” à família Lula.

PERSEGUIÇÃO SEM FIM!
A operação policial na casa de Marcos Cláudio Lula da Silva, filho do ex-presidente Lula, a partir de uma suposta e falsa denúncia anônima, foi uma violência que tem de ser explicada por todas as autoridades envolvidas.

O simples fato de nada de ilícito ter sido encontrado na residência mostra que a medida foi abusiva e sem qualquer fundamento real. A perseguição a Lula e sua família não tem limites.

O PT esta solidário com Lula, com seu filho, nora e netos. O Brasil precisa enfrentar seriamente os repetidos abusos de autoridade.

GLEISI HOFFMANN
Presidenta nacional do PT

Revelado o nome do golpe que instituiu o entreguista TEMER: “PLANO ATLANTA”

Jornal russo desvenda o golpe 2016 que destituiu Dilma Rousseff e revela a perseguição sofrida por LULA e o Partido dos Trabalhadores: “Eles são mesmo o alvo do sistema governamental vivido hoje no Brasil.

Tudo foi parte de uma conspiração internacional para derrubar os presidentes progressistas do continente com uso da mídia e do Judiciário, conforme Aécio Neves quase revelou em 2014

“Como não podemos ganhar desses comunistas pela via eleitoral, compartilho com vocês isto aqui.” Com essas palavras agressivas um ex-presidente sul-americano iniciava a explicação de um plano conspiratório a outros ex-presidentes latino-americanos, em uma suíte do hotel Marriot, em Atlanta (EUA), no final de novembro de 2012.

A primeira etapa da conspiração seria iniciar uma campanha de desprestígio através dos meios de comunicação contra os presidentes progressistas e de esquerda da região para minar sua liderança. A pressão midiática levaria à segunda etapa: a instauração de processos judiciais para interromper o mandato dos governantes. O Plano Atlanta resultaria nos chamados “golpes suaves” – “encobertos de julgamentos políticos precedidos por escândalos de corrupção, ou campanhas dirigidas a ventilar supostos comportamentos questionáveis da vida íntima dos líderes progressistas; incluindo, se fosse necessário, familiares, amigos ou pessoas próximas”.

Quem conta é Manolo Pichardo, deputado dominicano e atual presidente da Conferência Permanente de Partidos Políticos da América Latina e Caribe (COPPAL), em um artigo publicado em março de 2016 no jornal Listín Diario, da República Dominicana, intitulado “El Plan Atlanta”, denominação que ele deu à trama continental. Em entrevista ao jornal russo Pravda, o político diz que presenciou a conversa “por acaso”. Não era o tipo de reunião que o agradava. Pichardo, dirigente do Partido da Libertação Dominicana, de centro-esquerda, estava acostumado a participar de encontros do Foro de São Paulo ou da própria COPPAL, mesmo antes de assumir sua presidência. Graças à amizade com um ex-presidente da América Central, ele começou a frequentar fóruns organizados pela direita e centro-direita latino-americana, com a presença de lideranças a nível mundial e suporte de instituições como Global Peace Foundation, Conferencia Liderazgo Uruguay, Instituto Patria Soñada e Fundación Esquipulas.

O primeiro que participou foi realizado em 2011, em Brasília. Os debatedores, segundo ele, proclamavam “discursos servis” aos Estados Unidos e acusavam os governos latino-americanos de agirem com desconfiança injustificada em relação a Washington. Além disso, “louvava-se a liberdade dos mercados e a diminuição do Estado”. As palavras de Pichardo no encontro, criticando a desigualdade social e se referindo à crise estrutural do capitalismo, iam de encontro ao discurso dos outros participantes. “Lembro-me muito pouco do encontro de 2011 em Brasília, posso dizer que ali estava reunida a liderança continental que corresponde, em sua maioria, aos interesses dos setores conservadores do nosso continente, incluindo ex-presidentes. Eu, por exemplo, expus em uma mesa com dois ex-presidentes da região: um extremamente conservador e um social cristão de centro, de ideias moderadas”, recorda.

O outro evento ao qual compareceu foi o que originou a Missão Presidencial Latino-americana (MPL), conferência realizada entre 28 de novembro e 1º de dezembro de 2012 no hotel Marriot, na cidade de Atlanta, que reuniu ex-mandatários de diversos países e líderes de diferentes setores da América Latina e dos EUA. No final da conferência, foi lançada a Declaração de Atlanta, carta de compromisso assinada pelos ex-presidentes que participaram da 1ª Cúpula da MPL. A Cúpula buscou dar “impulso a uma nova era de relações internacionais entre os Estados Unidos e a América Latina”, segundo o comunicado emitido à imprensa em 30 de novembro daquele ano. No mesmo documento, são citados como participantes da 1ª Cúpula da MPL alguns ex-presidentes de países da América Central e do Sul.

O ex-presidente brasileiro José Sarney não participou da Cúpula, mas comunicou seu apoio. Na Declaração de Atlanta os membros da MPL defendem o “estreitamente de laços” entre América Latina e EUA, “fortalecendo o comércio, os investimentos, o intercâmbio de experiências e tecnologia a longo prazo”. A reunião privada em que foi exposto o Plano Atlanta ocorreu antes da assinatura da Declaração. Pichardo resolveu, anos depois, revelar o conteúdo da conspiração ao denunciá-la em fóruns internacionais e meios de comunicação latino-americanos. “De fato, nunca pensei que falaria sobre esse tema”, aponta.

“A ideia de fazê-lo surge depois de conversar com alguns amigos e companheiros do meu partido que me convenceram que, pela gravidade do que havia sido revelado, era necessário denunciá-lo. Eu insistia que isso colocaria em apuros os que me convidaram, mas me insistiam que o pior que podia acontecer era o dano à região, a ruptura da ordem democrática e o retrocesso em matéria da institucionalidade que permitiu conquistas econômicas e sociais”, completa o ex-presidente do Parlamento Centro-americano (PARLACEN).

Envolvimento da mídia e de um juiz brasileiros Para conseguir implementar o Plano Atlanta, o ex-presidente sul-americano que explicou a trama a seus pares afirmou contar com a ajuda dos meios de comunicação, inclusive mencionando veículos brasileiros. Entretanto, perguntado pela reportagem, Pichardo diz não se lembrar exatamente quais foram citados. Em seu artigo de 2016, o político dominicano afirma que também se mencionou “alguns nomes de indivíduos ligados às instituições judiciais da região comprometidos com a conspiração”.

Segundo o Pravda, ele revelou que um dos juízes citados é brasileiro, mas também não lembra seu nome. “Recordo que inclusive falou-se de um juiz com o qual se podia contar para a execução da trama. Mas não posso me lembrar de nomes, pois cheguei àquela reunião por acaso”, explica. Em seu artigo, Pichardo questiona se as quedas dos presidentes de Honduras, em 2009, e do Paraguai, em 2012, teriam servido de laboratório para futuras ações do Plano Atlanta em países de maior peso na América Latina. “Foram Manuel Zelaya e Fernando Lugo tubos de ensaio para chegar ao resto, aos [presidentes ou ex-presidentes] de países com maior peso econômico da região, até alcançar a ‘joia da coroa’, que é, sem discussão, Lula Da Silva, o líder mais influente.

Ele conta ao Pravda que, “conhecidos os detalhes da urdidura revelada ou concebida em Atlanta, é fácil deduzir que o que ocorre no Brasil e [em] outras partes da região, onde se persegue ou se destitui líderes progressistas no governo, é sua execução”. Segundo ele, tal operação conquistou êxito após os ensaios que foram os golpes em Honduras, com presença militar, e depois no Paraguai, mais aperfeiçoado, por “vias institucionais”. “Me parece que o empenho em [desestabilizar o] Brasil tem a ver com o peso de sua economia e sua influência na região e no mundo, não podemos esquecer que o gigante sul-americano é parte do BRICS, um esquema de cooperação que surge como expressão da perda de hegemonia ocidental e Lula, sem dúvida, construiu uma liderança que tem influenciado na região, uma liderança que promoveu esquemas de integração regionais que vão dando sentido à latino-americanidade, que, mais que um sentimento de pátria, é um projeto de independência que nos empurra para uma agenda própria que nos distancia de ser o quintal dos Estados Unidos. Lula, portanto, é um alvo.”

Fonte: Eduardo Vasco, PRAVDA.RU

Kim Kataguiri: “Com os do PSDB temos preconceito, conceito e pós-conceito. São pilantras.”

Vazou WhatsApp do Grupo do MBL

O Movimento Brasil Livre entregou geral. Dançaram os tucanos Beto Richa, Geraldo Alckmin e Aécio Neves.

De acordo com o repórter Bruno Abbud (Piauí), o delinquente acéfalo Kim Kataguiri foi pego promovendo discussões com seu bando no grupo ‘MBL Mercado‘ onde os políticos do PSDB foram chamados de pilantras. Olha só o nível de alguns trechos da conversa:

  • Kim Kataguiri: “Com os do PSDB temos preconceito, conceito e pós-conceito. São pilantras. A ideia é deixar todo esse povo podre afundando com o PSDB e trazer a galera mais Jovem e liberal pro MBL.”
    Alexandre Santos“Mas não estamos nos juntando ao PSDB. Muito menos ao Aecio, Beto Richa e Alckmin.”
    Membro Y“E o Aecio… dispensa comentários… Que termine o mandato e seja encarcerado na sequência…”
  •  Renan Santos: “Tb acho. Só não vamos alterar a configuração atual das forças políticas nem fornecer uma narrativa que favoreça o ressurgimento da esquerda enquanto isso. Essa é a tônica do que defendemos.”
    ————————–

Alexandre Santos“Não bastava a gente tirar o PT do poder, estamos destruindo o PSDB ali, essa ala de esquerda tá desesperada, estamos pegando os melhores nomes deles e, ou eles vão sair, ou eles acabam fortalecendo e tomam partido e tiram essa esquerda aí. Mas a esquerda do PSDB tá desesperada, e não para de vir novas lideranças do PSDB pro time. Doideira. Bom dia, aí.”

  • Renan Santos: “E ontem o Serra, por exemplo, que é dessa ala de esquerda, tava com o Lindbergh Farias indo contra o TLP, imagina? Vagabundo.”
  • Membro X: “Vagabundo mesmo Renan!
    Membro Y: “PSDB e Serra ontem morreram para mim. Carga total no Novo/MBL/VPR e Doria”.
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  • Alexandre Santos: “Aldo Rabelo é fim de linha. O bom é isso sepulta de vez o xuxu.”
  • Renan Santos: “Po. vamos torcer.”

Lula a 36% faz direita ter alucinações militares

Miragem de um comboio tomando posições para a sonhada intervenção foi relatado no Rio Grande do Sul

O DataFolha divulgou no domingo (01) uma notícia que chocou parte do eleitorado brasileiro. Lula obteve crescimento de cinco pontos em uma pesquisa de intenções de voto, feita em território nacional, comparada a outra realizada antes da condenação por Sérgio Moro.

Mas a mesma mídia, que detalhou os vários cenários da disputa em um eventual segundo turno, tratou de inovar seu questionário com perguntas a fim de medir o desejo do brasileiro quanto à justiça a ser feita com o ex-presidente. E o resultado é desfavorável a Lula: 55% querem-no preso, contra 40% que são desfavoráveis à sentença.

A consequência é que o eleitor de direita prefere ver o país tomado por militares a ver a democracia brasileira reestabelecida pelas próximas eleições diretas para presidente, a qual aponta inequivocamente para Luiz Inácio Lula da Silva como o provável ocupante do cargo à partir de 2019.

LULAAA, ha ha ha…

O domingo de sol, ao menos aqui no Rio, pode ser a desculpa.

Mas a grande maioria dos comentaristas políticos da grande mídia está em silêncio, depois de uma quinzena em que decretou que “agora, Lula acabou”.

E vem o Datafolha e mostra o “defunto” não apenas vivo como esbanjando saúde, com taxas de crescimento eleitoral mais do que vigorosas.

Os demais candidatos, candidatos a candidato e factóides  pararam ou até retrocederam um pouquinho.

Não apenas isso: a tão brandida como intransponível rejeição a Lula cai seguidamente e, nas simulações de 2° turno, dependendo do adversário (Doria e Bolsonaro, por exemplo, chega a repetir seu melhor resultado eleitoral, o de 2006: 48% dos votos totais e 60% dos válidos.

Os poucos que falam algo – aquele site que, por uma questão sanitária evito citar o nome – chama de “esquizofrênica” a pesquisa da Folha, enquanto os datafolhistas oficiais culpam os pobres pelo favoritismo do “monstro”.

Os partidos convencionais – ou o que resta deles – está baratinado.

Como estão baratinados os dois partidos mais importantes do Brasil: a mídia e o PC, Partido de Curitiba.

A semana é de arranjar novas revelações “sensacionais” que tentam a, ao menos na aparência, evitar que o “duro de matar” do Lula seja o assunto de botequim.

Vão, como se vê, insistir na tática que levou a estre quadro, para eles, apavorante.

E Lula vai, ao contrário, retomar sua programação  de viagens, apostando no contato direto com a população, que é o canal que não lhe podem – ainda – fechar. E passa a uma fase mais propositiva, dentro em pouco, com a apresentação de projetos e metas para arrancar o Brasil da crise.

Ao contrário da pancadaria, que seguirá sendo a pauta burra da direita, que visivelmente já enjoou a população e  perdeu grande parte da credibilidade.

Enquanto isso, o país segue sua trilha de lama, com a revelação continuada das podridões de Moro e os esquemas sujíssimos do Ministério Público  na montagem das delações seletivas.

E, distantes dos nossos olhos, prepara-se no Tribunal Regional Federal a “eleição” de quem não pode ser presidente do Brasil.

Como no retorno de Getúlio, só pensam na máxima de Carlos Lacerda de que Lula não pode ser candidato, porque se for, vencerá e se vencer governará.

Fonte: Tijolaço

LULA INVENCÍVEL: Saiu a íntegra da pesquisa das ELEIÇÕES 2018

A imagem resume toda a pesquisa do Instituto DataFolha, mas vamos considerar o seguinte: Dos 36 pontos de Lula no primeiro turno:

  • 16 – menor renda no Sudeste e Sul
  • 14 – pobres do Nordeste
  • 03 – Norte e Centro-Oeste

Melhor dizendo, estes são 36% (trinta e seis por cento) da nação Brasil. E para quem ainda não quer acreditar cegando-se desta verdade, orientamos que isto representa mais de 1/3 (um terço) do eleitorado brasileiro. Especificamente: A MAIORIA !

Portanto, Luiz Inácio Lula da Silva é a confiança do povo para a mudança deste país corrupto e mentiroso, que agora está mexendo os pauzinhos para colocar os militares no poder e encobrir de vez a safadeza dos ladrões de nossas riquezas (não se iludam).

foto“A destruição judicial de Lula não funcionou”, afirmou hoje um blog de renome. Também não se duvidam mais se houve um golpe em 2016 porque os fatos estão no noticiário e as malas de dinheiro estão sendo descobertas dia após dia e a cara de pau continua.

dodgeO inquisidor Moro está cada vez mais desmoralizado por conta de sua parcialidade evidente. E a mídia, que por interesse conhecido de todos e que insistentemente ajuda nesta farsa, agora é obrigada a noticiar a vitória de LULA.

E , como os próprios petistas dizem, “eleições sem LULA é fraude”. Sem ele, estará evidenciada a ilegitimidade da disputa. Ficará claro para todo o planeta que houve manipulação confirmando o movimento iniciado pelo derrotado e impune Aécio Neves.

O POVO NÃO É BOBO!