Tag: Celso de Mello

LULA LIVRE: Celso de Mello vota contra prisão em segunda instância e placar empata em 5 x 5 – TOFFOLI DARÁ O VOTO DE MINERVA

Por Redação Urbs Magna

O Supremo Tribunal Federal retomou na tarde desta quinta-feira (07) o julgamento sobre a validade de prisão após condenação em segunda instância. O placar está 5 x 5 e só falta Dias Toffoli votar. O clima é de muito suspense. Assista ao vídeo no final da matéria

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Celso de Mello nega pedido de HC feito por advogado em favor de Moro para bloquear o ‘Intercept’ e apreender material

Por Redação Urbs Magna

Ao julgar o pedido inviável, o ministro destacou que o advogado autor do HC não mantém qualquer vínculo profissional com Moro. Segundo o ministro, o Supremo, em casos como este, tem decidido que não se deve conhecer pedido desautorizado pelo paciente

Gilmar levará suspeição de Moro à Segunda Turma do STF e deve ter apoio de Celso de Mello

Por Redação Urbs Magna

Segundo membros do STF, o ideal é o ministro do STF Gilmar Mendes retomar o julgamento do Habeas Corpus de Lula contra Sérgio Moro somente quando o voto de Celso de Mello estiver “amadurecido”. Mello sinalizou a possibilidade de se alinhar a Gilmar e a Lewandowski a favor do pedido de Lula. Defesa acusa Moro de parcialidade no caso do tríplex do Guarujá (SP)

Celso de Mello sensacional: “Não se nasce mulher, torna-se mulher”, diz ao proferir seu voto contra a homofobia e criticando a tese da ministra Damares de que “meninas vestem rosa e meninos vestem azul”

Por Redação Urbs Magna

Criminalização da homofobia: “Não se nasce mulher, torna-se mulher”, diz Celso de Mello – O decano do STF, ministro Celso de Mello, começou a proferir seu voto no julgamento das ações que pedem a criminalização da homofobia e, além de sinalizar voto em acordo aos movimentos LGBT e citar Simone de Beauvoir, criticou a tese da ministra Damares de que “meninas vestem rosa e meninos vestem azul”

URGENTE: CÁRMEN LÚCIA PAUTARÁ JULGAMENTO ENVOLVENDO PRESUNÇÃO DE INOCÊNCIA DE LULA, AFIRMOU O MINISTRO CELSO DE MELLO

Por Redação Urbs Magna

Entendo que a ministra Cármen Lúcia terá a sensibilidade para compreender a necessidade de pautar no plenário o julgamento das duas ações diretas de constitucionalidade. Porque nelas vamos julgar em tese, de forma abstrata, questão envolvendo o direito fundamental de qualquer pessoa de ser presumida inocente