Real causa da morte do neto de Lula é revelada. Leia e entenda

03/04/2019 0 Por Redação Urbs Magna

De acordo com a Folha de São Paulo, o neto do ex-presidente Lula morreu de sepse. O que é isso?

A real causa da morte do neto do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o pequeno Arthur, foi revelada pelo jornal Folha de S. Paulo. Nesta terça-feira (02/04) foi revelado pela Prefeitura de Santo André que o pequeno não havia morrido em decorrência de uma meningite meningocócica.

A informação de que Arthur havia falecido devido à uma meningite meningocócica foi divulgada pelo Hospital Bartira, onde ele estava internado, no dia de sua morte. Contudo, um novo exame feito pelo Instituto Adolfo Lutz em São Paulo à pedido da Secretária de Saúde de Santo André apresentou resultados negativos para meningite, meningite meningocócica e meningococcemia.

Agora, o jornal Folha de S. Paulo revelou que Arthur morreu por sepse (infecção generalizada) que foi causada pela bactéria Staphylococcus aureus. Esta bactéria pode estar presente em infecções de pele e até mesmo em contusões que acabam sendo a porta de entrada para a corrente sanguínea.

Esta informação foi confirmada ao jornal por quatro infectologista que tiveram conhecimento do caso e também por uma fonte próxima ao ex-presidente.

SEPSE: O QUE É E QUAIS OS SINTOMAS

Sepse acontece quando um agente infeccioso, como um vírus, um fungo ou uma bactéria, entra na corrente sanguínea de uma pessoa e prejudica todo o sistema imunológico, o que leva à uma reação em cadeia que pode ser fatal.

Além de ser pouco mencionada, os sintomas da sepse podem ser confundidos com uma gripe, dor de barriga e até mesmo com uma infecção respiratória o que pode fazer com que a doença seja descoberta tarde demais.

Em bebês, os principais sintomas da sepse são: não mamar ou comer bem, vomitar frequentemente e não molhar uma fralda em 12 horas. Diante de qualquer um desses sintomas é essencial ir ao pronto-socorro. A febre também pode ser um dos sintomas da sepse.

O tratamento da sepse envolve internação na UTI, uso de antibióticos e às vezes até mesmo cirurgias. A boa notícia é que na maioria dos casos os pacientes se recuperam completamente.

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