Provas de fake news em 2018 são “material forte” e podem cassar chapa Bolsonaro-Mourão, diz jornal

27/09/2021 0 Por Redação Urbs Magna
Provas de fake news em 2018 são “material forte” e podem cassar chapa Bolsonaro-Mourão, diz jornal

O presidente da República Federativa do Brasil, Jair Bolsonaro, o ministros do STF (Supremo Tribunal Federal), Luis Roberto Barroso, que também é o presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), e Alexandre de Moraes, e o vice-presidente general Hamilton Mourão | Imagem reprodução


PROGRESSISTAS POR UM BRASIL SOBERANO

O ministro do STF, Alexandre de Moraes, aportou ao inquérito do impulsionamento ilegal de mensagens em massa pelo WhatsApp “novo material” que indica a existência de um núcleo político no comando da campanha de mentiras 

Novas provas da disseminação de fake news durante a campanha presidencial em 2018, para favorecer a chapa Bolsonaro-Mourão, são “material forte” e podem cassar o presidente e seu vice, diz matéria do Valor Econômico desta segunda-feira (27). Segundo o jornal, o ministro do STF (Supremo Tribunal Federal), Alexandre de Moraes, aportou ao inquérito do impulsionamento ilegal de mensagens em massa pelo WhatsApp um “novo material” que indicaria a existência de um núcleo político no comando da campanha de mentiras.

Neste mês que entra, outubro, o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) quer julgar imediatamente a ação que pede a cassação do chefe do Executivo e de seu vice militar a partir desse material que inclui dados obtidos de quebras de sigilo das respectivas pessoas investigadas.

A indicação da investigação é a de que uma organização criminosa digital atua desde o pleito presidencial passado, com todas as quatro ações eleitorais que correm na Corte, conhecidas como Aije (Ações de Investigação Judicial Eleitoral), apontando para um grande esquema de financiamento, produção e publicação de notícias falsas que alteraram o curso das eleições, além de ataques às instituições democráticas.  

Os ministros do Tribunal Eleitoral avaliam que é real a existência de todas as condições técnicas para a cassação daqueles que se beneficiaram de uma campanha imoral e criminosa, com abuso de poder econômico e uso indevido das redes sociais, desde o uso fraudulento de nomes e CPFs de idosos para registrar chips de celular e garantir disparos em massa aos eleitores até a existência de uma “estrutura piramidal de comunicação” para disseminar desinformação.

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