Pela 1ª vez, após 222 dias, Lula deixa o cárcere de Curitiba – saiba qual será seu destino

14/11/2018 1 Por Redação Urbs Magna

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No processo do sítio, Lula é réu por corrupção passiva e lavagem de dinheiro. O ex-presidente é acusado de ter recebido propina na forma de quase R$ 1 milhão em reformas pagas pela Odebrecht, OAS e pelo pecuarista José Carlos Bumlai na propriedade. Segundo o MPF (Ministério Público Federal), o dinheiro veio do esquema de corrupção na Petrobras. O MPF também acusa Lula de ter atuado para beneficiar a Odebrecht e a OAS em contratos com a estatal.

Ao marcar o interrogatório, o juiz federal Sergio Moro, que era o titular da ação na época, já havia solicitado à Polícia Federal “as providências necessárias para a realização de escolta” dos presos. Foi o que aconteceu na última sexta-feira (9), quando o ex-presidente da OAS Léo Pinheiro e o ex-diretor da mesma empreiteira Agenor Franklin de Magalhães Medeiros foram levados da PF, onde também estão presos, para prestar esclarecimentos à juíza.

Por razões de segurança, a PF não dá detalhes sobre como será feito o transporte de Lula, que cumpre pena de 12 anos e um mês de prisão pelo processo do tríplex de Guarujá (SP). A PM (Polícia Militar) do Paraná fará a escolta do veículo com Lula durante o trajeto, além de interditar o trânsito na região da Justiça Federal durante o interrogatório.

A primeira saída de Lula após sete meses deve voltar a movimentar o bairro de Santa Cândida, onde está localizada a Superintendência. À época da prisão, a Prefeitura de Curitiba e moradores da região chegaram a pedir formalmente a transferência do ex-presidente para outro local. A juíza federal Carolina Lebbos, responsável pela execução da pena de Lula, ainda não tomou uma decisão a respeito. Esse processo está parado desde maio.

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