ALVARO DIAS APOIA BOLSONARO DE OLHO NO MINISTÉRIO

Por Redação Urbs Magna

O ex-presidenciável Alvaro Dias (Podemos) jurou que não há hipótese de apoiar o PT [Fernando Haddad] no 2º turno, logo, deverá assumir a candidatura do “Coiso” [Jair Bolsonaro].

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PAULO GUEDES É INVESTIGADO SOB SUSPEITA DE FRAUDE

Por Redação Urbs Magna

O Ministério Público Federal (MPF) acusa o economista Paulo Guedes, guru de Jair Bolsonaro (PSL), de se associar a executivos para praticar fraudes em negócios com fundos de pensão de estatais. Em seis anos, ele captou R$ 1 bilhão em operações suspeitas. Um procedimento investigativo criminal ainda apura se o economista cometeu os crimes de gestão fraudulenta ou temerária. Guedes também é investigado por possível emissão de títulos sem lastros e negociar, através dessa operação fraudulenta, recursos de sete fundos.

Mourão diz que não é ‘anencéfalo’

Por Redação Urbs Magna

Em declarações a Andre Sadi, do G1, o General Hamílton Mourão fez o possível para parecer conformado com as advertências públicas que recebeu ontem, na entrevista dada por Jair Bolsonaro no Jornal Nacional, quando ouviu que “eu sou o capitão, ele é o general, mas o presidente sou eu”. Mas não conseguiu reprimir uma declaração deque está obedecendo, mas não se convencendo:

“Falei para ele proceder com sua visão. Tenho minhas críticas. Agora, o presidente, como ele disse, é ele. Só não sou um vice anencéfalo. Tenho minhas opiniões”, disse Mourão.

Anencéfalo, por certo, o general não é, pois anencéfalos, pobres bebês, não vivem mais que breves minutos e vegetativamente.

Talvez ele tenha querido dizer acéfalo, que é outra coisa, literalmente, sem cabeça.

Como o general tem uma e, pelo visto, não só para usar o quepe, deve estar falando de um dos dois sentidos figurados: o primeiro, sem comando; ou o segundo, sem inteligência.

Ou seja, que obedece, mas não concorda.

O que nos deixa na situação inusitada de termos uma insatisfação militar nada menos que do vice do presidente que nem sequer foi eleito.

Porque o vice fala em “autogolpe”, em extinção do 13º salário, em “Constituinte de Notáveis” ao mesmo tempo em que aceita seu chefe dizer que isso são “caneladas”.

Em declarações a Andre Sadi, do G1, o General Hamílton Mourão fez o possível para parecer conformado com as advertências públicas que recebeu ontem, na entrevista dada por Jair Bolsonaro no Jornal Nacional, quando ouviu que “eu sou o capitão, ele é o general, mas o presidente sou eu”. Mas não conseguiu reprimir uma declaração deque está obedecendo, mas não se convencendo