O Capitalismo provou do seu próprio veneno – por Gilvan Araújo

28/07/2020 0 Por Redação Urbs Magna

por Gilvan Araújo

“O Capitalismo provou do seu próprio veneno

A notícia de que a Zara fechou 1200 lojas e a Starbucks outras 400, que a Vitória’s Secret e o Cirque de Soleil declararam falência, que a Chanel, Hermes e Rolex interromperam a produção, que a Nike já se prepara para sua segunda onda de demissões pelo mundo e que o fundador da AirBnb disse que 12 anos de seus esforços foram destruídos em seis semanas, me fez refletir sobre algumas questões, mas todas elas podem ser resumidas em uma só:

Que sistema capitalista é esse criado há séculos que não se sustenta por cinco meses sem a força do trabalhador e o consumo da sua produção?

A resposta parece lógica. E é:

O capitalismo vive da exploração do trabalho e vende seus produtos a quem pode pagar.

O novo coronavirus minou esses dois pilares.

Os trabalhadores, que já não tinham dinheiro para consumir além do necessário ao seu sustento, adoeceram e o ricos não viram mais sentido em consumir produtos que não podem exibir.

Sem a força produtiva e consumidores, o capitalismo provou do seu próprio veneno“.

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