Moro impediu perícia dos arquivos ‘adulterados’ da Odebrecht para sustentar suborno a Lula

27/02/2020 1 Por Redação Urbs Magna

Documentos copiados do “setor de operações estruturadas” da Odebrecht podem ter sido adulterados, admitem peritos da Polícia Federal

Estes arquivos foram usados por Moro para sustentar que a construtora doou R$ 12 milhões a Lula como forma de suborno onde uma determinada quantia seria para a compra do terreno do Instituto Lula.

Arquivos utilizados na denúncia foram copiados dos sistema “MyWebDay”, do departamento de operações estruturadas da Odebrecht, e, no entanto, o material teria ficado em posse da construtora por quase um ano antes de ser enviado às autoridades.

A defesa de Lula alega que neste período ocorreu a adulteração dos arquivos.  E como não há comprovação de que os documentos recebidos vieram diretamente dos servidores na Suíça, não é possível utilizá-los como evidência.

Roberto Brunori Junior, perito criminal da PF, desmente o Ministério Público ao dizer que estes arquivos foram colhidos com a Odebrecht, e não extraídos diretamente dos servidores na Suíça. Os arquivos “gerados pela Odebrecht” possuem “datas posteriores às apreensões” do material. Na ocasião, o código hash do material, uma espécie de comprovante de originalidade, não foi indexado.


A perícia contratada pela defesa de Lula ocorreu após os advogados tentarem sucessivamente, desde 2017, acessar aos autos do acordo de leniência assinado pela Odebrecht. 

Desde 2017, a defesa de Lula tentava acessar os autos do acordo de leniência assinado pela Odebrecht, mas a solicitação foi negada três vezes pelo então juiz Sergio Moro.

*com informações do ConJur

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