Jornal golpista se desespera com os 48% de LULA e parte para novo ataque

O ex-presidente LULA, que aparece com até 48% das intenções de votos do eleitorado brasileiro nas pesquisas, o ex-juiz Sergio Moro, que teve um dos resultados apontando 6%, o presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, que obteve 21%, e a imagem do título da matéria do jornal O Estado de São Paulo, em cujo texto há uma evidente tentativa de apontar que a pré-campanha do petista erra ao apontar que a reforma trabalhista precarizou o trabalhador em benefício das classes econômicas superiores | Sobreposição de imagens


PROGRESSISTAS POR UM BRASIL SOBERANO

A redação onde jornalistas são impedidos de publicar a verdade sobre o ex-presidente agora diz que ele erra por ser contra a reforma trabalhista que precarizou o trabalho e qualidade de vida do povo em benefício de grandes empresários

Desesperado, o jornal Estadão prossegue com a sucessão de ataques contra LULA e o PT, diante da inabalável marca alcançada pelo ex-presidente nas pesquisas de intenção de voto, nas quais chega a 48% da preferência do eleitorado brasileiro, podendo ganhar, inclusive, já no primeiro turno.

Nesta segunda-feira (10/01), a mídia, que apoiou o golpe contra Dilma Rousseff e o lawfare praticado pelo ex-juiz Sergio Moro contra o presidente de honra do Partido dos Trabalhadores, passa a apontar supostos erros em sua pré-campanha ignorando, contudo, seu grande sucesso eleitoral, midiático e até internacional, pois onde LULA chega sempre há um evento para o qual é convidado, graças ao legado que deixou ao Brasil através de programas sociais reconhecidos e premiados em todo o planeta.

Todo o inconformismo do jornal, que é um dos mais lidos pela elite e pelo empresariado brasileiro, se deve às manifestações de LULA e seu partido contra a reforma trabalhista que destruiu a base da economia brasileira, o trabalhador, tendo, inclusive deixado de gerar os empregos prometidos pelos ministérios de Michel Temer e Jair Bolsonaro.

O ex-presidente sempre afirmou que “o pobre tem que entrar no orçamento” para a economia funcionar, assim como funcionou em suas gestões, ocasiões em que o país alcançou resultados históricos também na geopolítica.

LULA e a presidente nacional do Partido dos Trabalhadores, a deputada federal Gleisi Hoffmann (PT-PR), estão constantemente avisando que um dos principais objetivos da eventual gestão petista será a revogação da reforma trabalhista, bem como outras revogações de privatizações de empresas estratégicas para a economia do Brasil.

As tentativas do Estadão de negar LULA, que foi considerado um dos maiores políticos de todos os tempos, é vergonhosa.

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