Invasão de bolsonarista preocupou equipe de Lula, que planeja reforçar segurança

Campanha do ex-presidente discutiu reforço das medidas para proteção em ambientes fechados, após dois sustos em pouco mais de um mês

A invasão do bolsonarista candidato a deputado pelo partido Repubicanos de São Paulo, Caíque Mafra, nesta terça-feira (21/6), no espaço onde foi realizado o evento de lançamento do programa de governo da chapa Lula-Alckmin, preocupou equipe do ex-presidente, que planeja reforçar sua segurança.

A campanha discutiu, no mesmo dia, reforçar as medidas para proteção em ambientes fechados, após dois sustos ocorridos em pouco mais de um mês, e não estão descartados o uso de detetores de metais portáteis e as revistas até mesmo em atividades de pequeno porte.

Não havia detectores de metal na entrada do salão. Os cerca de 150 convidados não foram submetidos à revista, revela matéria de Catia Seabra e Joelmir Tavares, no jornal Folha de S. Paulo. “A abordagem do manifestante, que se aproximou Lula e Alckmin sem que fosse detido por um segurança, provocou um alerta na cúpula petista“, diz o texto. Após o incidente, a necessidade de novos protocolos de segurança foi discutida com o próprio candidato”.

Sobre as medidas de segurança

A matéria lembra que no casamento de Lula foi exigida a apresentação de um QR Code e que apesar do endereço da cerimônia ter sido divulgado no dia, um penetra circulou por pelo menos três horas entre os convidados. E, embora os aparelhos de celulares dos convidados tenham sido confiscados na chegada ao salão de festas, o desconhecido portava o seu telefone quando foi expulso pelos seguranças.

No dia 15, apoiadores de Lula foram atingidos por um líquido de forte odor lançado por um drone que sobrevoou os arredores do Unitri (Centro Universitário do Triângulo), onde horas depois Lula se reuniria com o ex-prefeito Alexandre Kalil (PSD).

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