Força-tarefa de Curitiba se arrepende do voto em Bolsonaro, diz jornalista do grupo Globo

02/08/2020 1 Por Redação Urbs Magna
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Se os procuradores pudessem voltar atrás, anulariam seus direitos à escolha do presidente

A força-tarefa de Curitiba, com seus procuradores que se empenharam para condenação e prisão do ex-presidente Lula abrindo caminho para a eleição de Jair Bolsonaro, se diz arrependida de seu voto no atual chefe do Executivo, de acordo com o colunista da Época, Guilherme Amado.

Em matéria de poucas palavras, Amado diz que os constituintes da operação que tomou como epíteto o termo ‘República de Curitiba‘ e empregaram o direito ao sufágio como método para esquivar o PT, têm proclamado em privado que experimentam uma compunção por digitarem 17 nos receptáculos eletrônicos.

O jornalista expôs no ar, no site do grupo Globo conforme sua composição, que a turma da Lava Jato paranaense teria votado nulo, se soubesse que o presidente trabalharia “deliberadamente para matar não só a Lava Jato, mas todas as condições que permitiram seu surgimento“.

Amado afirma ainda que a equipe de ‘Moro, Dallagnol & Cia.’ acreditou que o Partido dos Trabalhadores é que “desmontaria a engrenagem de combate à corrupção“, o que acarretou em decepção e seu consequente arrependimento.

Quanto à anulação, a considerá-la opção fugaz de eventual ‘sinuca de bico’, é desistir de joeirar e lançar o destino ao acaso.

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