Estadão: Funk em lancha e aversão ao trabalho derruba Bolsonaro entre evangélicos

Sobreposição de imagens mostra evangélicos durante um culto de adoração a Deus e, ao fundo, a imagem reprodução do presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, sobre uma lancha, na ocasião em que ele dançou funk, no litoral, ao lado de um grupo onde também estava uma mulher de biqauíni


PROGRESSISTAS POR UM BRASIL SOBERANO

LULA assume a liderança da preferência do eleitor pertencente à classe de religiosos, conforme mostra pesquisa da Quaest

Queda do presidente nas pesquisas de intenção de voto nesta categoria preocupa governistas, que começam a defender que os principais motivos para LULA ter ultrapassado Bolsonaro na preferência dos religiosos é a imagem dele, sobre uma lancha, rebolando um funk, um dos estilos musicais que mais provoca a repulsa da classe e, pior, quando feito ao lado de mulher desconhecida seminua, que não a primeira-dama, o que sugere aversão ao trabalho e gosto por vida fácil.

De acordo com os editores da matéria postada na coluna política do Estadão [O Estado de S. Paulo] nesta segunda-feira (17/1), de nada adiantou a nomeação do ministro terrivelmente evangélico para o Supremo Tribunal Federal, André Mendonça.

Também ajudaram na debandada dos evangélicos sua insensibilidade enquanto a Bahia sofria com as chuvas que causavam enchentes, matando e/ou desabrigando, ao passo que os seus passeios de jet-ski eram garantidos.

O jornalista sugere que a imagem de Bolsonaro foi manchada ainda mais e seu tipo ficou caracterizado como o de alguém que não trabalha, não tem empatia e pensa apenas no seu bem-estar pessoal, o que ajudou a aumentar sua rejeição entre os evangélicos.

Na mais recente pesquisa Quaest, LULA apareceu com 35% de apoio da classe e Bolsonaro ficou atrás, com 34%.

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