Escolinha do prof. Raimundo “se esforça para desviar foco dos crimes do governo Bolsonaro”, diz jornalista

14/10/2021 0 Por Redação Urbs Magna
Escolinha do prof. Raimundo “se esforça para desviar foco dos crimes do governo Bolsonaro”, diz jornalista

O presidente da República Federativa do Brasil, Jair Messias Bolsonaro, em imagem registrada pelo fotógrafo Sérgio Lima, do portal de notícias Poder360, em 5 de maio deste ano. Ao fundo, a nova Escolinha do Professor Raimundo, em foto de Estevam Avellar, da Rede Globo | Sobreposição de imagens


PROGRESSISTAS POR UM BRASIL SOBERANO

“Os senadores Zé Bonitinho, Rolando Lero e Nerson da Capitinga tentam envolver o Consórcio Nordeste em sujeiras [semelhantes às descobertas na investigação], ante a iminente apresentação do relatório da CPI”, escreve Hildegard Angel

Por Hildegard Angel em
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Bateu o desespero em Bolsonaro.

Ante a iminente apresentação do relatório da CPI da COVID-19, pelo relator Renan Calheiros, seus apoiadores tentam envolver o Consórcio Nordeste (foto) em sujeiras semelhantes.

Tentam transformar em escândalo um percalço administrativo, contra o qual foram tomadas todas as medidas.

Vemos na TV uma trinca de senadores da base de apoio do governo, evocando caricatos do humor, são os senadores Zé Bonitinho, Rolando Lero e Nerson da Capitinga.

Eles se esforçam em desviar o foco dos crimes de agentes do governo federal, para os governadores nordestinos que, ante a omissão do governo federal no enfrentamento da pandemia, formaram o Consórcio Nordeste, para adotar medidas preventivas e restritivas contra o COVID-19.

Para impedir o colapso da rede hospitalar dos nove estados, foi necessário ampliar a oferta de leitos de UTI, sem contar para isso com a coordenação nacional.

Quando as compras no mercado internacional não são realizadas pelo governo do país, os estados e municípios precisam se sujeitar a pagamentos antecipados, variação do câmbio, custos de transportes e seguros e a elevação dos preços.

A urgência da pandemia levou o Consórcio a recorrer à dispensa emergencial para adquirir 300 ventiladores junto à empresa Hempcare, com minuta contratual nos termos do Parecer Jurídico da Procuradoria Geral do Estado da Bahia.

Passado o prazo acordado em contrato, os equipamentos não foram entregues.

Foi instaurado processo administrativo, extinguiu-se o contrato, instaurou-se processos, com a Hempcare declarada inidônea para licitar e contratar com a Administração Pública.

Vapt-vupt!

Ficou evidente a ação criminosa de empresários inescrupulosos que, se aproveitando da pandemia, fizeram uso de documentos falsos no processo de contratação.

O Consórcio Nordeste comunicou o fato à autoridade policial, culminando com a prisão e o bloqueio bens dos empresários.

A apuração dos crimes está sob a responsabilidade das autoridades e sob o crivo do Poder Judiciário, e viva a diferença! Se o governo federal agisse da mesma forma, não estaria tão enrolado na CPI.

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