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Desemprego atinge mínima histórica em 19 estados e no DF em 2025

    Taxa anual de 5,6% consolida recorde nacional do IBGE

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    O Presidente Lula
    O Presidente Lula ajeita seu fone translation earbuds durante coletiva de imprensa em Paris / Imagem reprodução/Canal.Gov
    RESUMO
    URBS MAGNA - Progressistas por um BRASIL SOBERANO


    Brasília (DF) · 20 de fevereiro de 2026

    A taxa média anual de desemprego no Brasil fechou 2025 em 5,6%, o menor patamar desde o início da série histórica da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), iniciada em 2012 pelo IBGE.

    A queda de 1 ponto percentual em relação aos 6,6% de 2024 reflete o dinamismo do mercado de trabalho, com 19 estados e o Distrito Federal registrando suas mínimas históricas anuais. Os dados foram divulgados nesta sexta-feira (20/fev) pelo instituto.

    Entre as unidades da federação que alcançaram o recorde positivo estão Mato Grosso (2,2%), Santa Catarina (2,3%), Mato Grosso do Sul (3%), Espírito Santo (3,3%), Paraná (3,6%), Rio Grande do Sul (4%), Minas Gerais (4,6%), Goiás (4,6%), Tocantins (4,7%), São Paulo (5%), Paraíba (6%), Ceará (6,5%), Maranhão (6,8%), Pará (6,8%), Distrito Federal (7,5%), Sergipe (7,9%), Amapá (7,9%), Rio Grande do Norte (8,1%), Amazonas (8,4%) e Bahia (8,7%).

    No outro extremo, Piauí (9,3%), Pernambuco (8,7%) e Bahia (8,7%) registraram as maiores médias anuais.

    O analista da pesquisa do IBGE, William Kratochwill, explicou à Folha de S.Paulo que “a mínima histórica em 2025 decorre do dinamismo observado no mercado de trabalho, impulsionado pelo aumento do rendimento real’.

    A informalidade nacional ficou em 38,1% da população ocupada, com 18 estados acima dessa marca — especialmente Maranhão (58,7%) e Pará (58,5%).

    A taxa de subutilização (que inclui subocupados e força de trabalho potencial) alcançou 14,5% no país, chegando a 31% no Piauí.

    O rendimento médio real do trabalhador subiu para R$ 3.560, com o Distrito Federal liderando (R$ 6.320), seguido por São Paulo (R$ 4.190) e Rio de Janeiro (R$ 4.177).

    No quarto trimestre isolado, a taxa caiu ainda mais, para 5,1%.

    Esses números consolidam um cenário de recuperação robusta, mas destacam que o avanço não é uniforme: enquanto o Sul e o Centro-Oeste celebram recordes, o Nordeste ainda enfrenta desafios estruturais que demandam políticas focalizadas de qualificação e formalização.

    Retrato de Alexandr Wang discutindo o futuro da colaboração homem-IA, capturado por Ethan Pines para Forbes.



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