Com Carlos na coordenação da campanha, Bolsonaro acha que ainda está em 2018, dizem partidos

Em outubro de 2018, Carlos Bolsonaro mostra uma matéria no jornal Extra para o presidente recém-eleito, Jair Bolsonaro | Foto: Márcia Foletto / Agência O Globo


PROGRESSISTAS POR UM BRASIL SOBERANO

Naquele ano, o ódio infundado ao PT e a negação da política foram fundamentais para a condução do ex-deputado federal ao Planalto e as fake news só ajudaram

O presidente Jair Bolsonaro escolheu seu filho, o vereador Carlos Bolsonaro, para a coordenação de marketing da campanha da eleição de 2022. Após a notícia, partidos avaliam que foi um mau negócio e que o o chefe do Executivo acha que ainda está em 2018, quando o ódio ao PT e a negação da política foram fundamentais para a condução do ex-deputado federal ao Planalto.

De acordo com as siglas, tudo está diferente e aliados acham que o presidente deveria optar por profissionais especializados em marketing e não um suspeito de ser um dos cabeças do chamado gabinete do ódio, que comanda milícia digital e que ataca adversários espalhando conteúdo falso, destruindo reputações e fazendo ameaças a pessoas e instituições, como o STF.

Segundo a matéria de Guilherme Amado, no Metrópoles, o Carlos também é investigado por suspeita de peculato no Ministério Público do Rio de Janeiro, por supostamente ter comandado um esquema de devolução de salário dos servidores em seu gabinete.

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