Com 38.693 novos casos e 1.109 mortes em 24h, o Brasil está preocupando o mundo: já são 1.313.667 casos e 57.070 óbitos

27/06/2020 1 Por Redação Urbs Magna

UM Brasil – O Brasil registrou 38.693 novos casos do novo coronavírus nas últimas 24 horas e 1109 mortes adicionais. O país já registrou 1.313.667 casos confirmados do vírus e 57.070 mortes, informou o Ministério da Saúde neste sábado.

Existem milhares de novos casos e centenas de mortes todos os dias e ainda não se pensa que a crise esteja no auge.

O Brasil tem o segundo maior número de casos de coronavírus e mortes no mundo, depois dos EUA, onde 125.435 morreram e mais de 2,5 milhões de pessoas foram diagnosticadas.

O governo brasileiro liderado pelo presidente populista de extrema-direita Jair Bolsonaro está em crise e um juiz ordenou que ele usasse uma máscara protetora quando estiver em espaços públicos em Brasília.

O presidente foi criticado por menosprezar o risco representado pelo coronavírus, que ele considerou “um pouco frio” no início da pandemia.

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O El Punt Avui, de Genebra, publicou: “O vírus está avançando fortemente na América, com 240.000 mortes – O continente atinge cinco milhões de contágios com a curva sem sinais de estabilização.

À beira de atingir a fronteira psicológica dos dez milhões de infecções relatadas no mundo e com mais de 480.000 mortes, os olhos da Organização Mundial da Saúde (OMS) estão focados principalmente no aumento alarmante de aspectos positivos e fatalidades no mundo. Continente americano. A América Latina concentra 25% dos casos em escala global e fechou a semana com 2,3 milhões de infectados e mais de 105.000 mortos. Brasil e Estados Unidos elevam o balanço do continente para 5 milhões de infecções, metade do total mundial e quase o dobro da Europa. Nas mortes, o número de mortos no continente já é de 240.000 vítimas.

A política do presidente brasileiro Jair Bolsonaro contribuiu para tornar o principal país da América do Sul o segundo mais afetado no mundo, sem sinais de estabilização: 55.000 mortos e mais de 1,2 milhão afetados. Além disso, os epidemiologistas acreditam que nem todas as mortes são relatadas e que o saldo é ainda pior. A situação no Brasil assustou os moradores. Como o Paraguai, que define o departamento de fronteira como “a área mais vermelha do país”.

Os outros países mais afetados no continente são Peru, Chile e México. Este último também apresenta a maior taxa de letalidade, com 12,3% dos infectados. Enquanto a OMS observa com alarme a rápida disseminação do vírus – 30.000 novos casos em apenas uma semana -, o governo mexicano considera um “sucesso” que a pandemia dure até outubro, porque espera que isso não sature o vírus. hospitais. Com os dados anteriores à pandemia, o investimento em sistemas de saúde na América Latina é muito menor do que na Europa e 70% dos estados não possuem o pessoal de saúde necessário. Com a infame curva de contágio em ascensão, teme-se o colapso dos sistemas hospitalares.

A Argentina optou por estender a quarentena, estabelecida a partir de 20 de março em várias áreas, pelo menos até 17 de julho. O presidente Alberto Fernández anunciou o fechamento de Buenos Aires e sua região metropolitana, após o crescimento alarmante dos casos. “Em 1º de julho, daremos um passo mais severo. Vamos pedir que eles se isolem em casa novamente e simplesmente saiam e procurem comida ”, disse ele. A medida representa um retrocesso para os 14 milhões de habitantes em relação à situação atual, na qual foi permitido praticar esportes por horários. O cinturão urbano de Buenos Aires já tem 23.000 dos 27.000 infectados do país.

Os EUA quebram recorde e superam previsões

Novo recorde para os infectados nos Estados Unidos, que na sexta-feira registrou 45.330 novos positivos, número que eleva para 2,4 milhões os confirmados no país mais afetado pela pandemia, segundo a contagem da Universidade John Hopkins. O número de mortos é impressionante: 124.978, com 576 mortes em apenas um dia.

Os surtos ocorrem principalmente nos estados do sul e oeste, como Flórida, Texas, Califórnia e Arizona, que estão acumulando cerca de metade dos novos infectados. A cidade de Nova York continua sendo a mais atingida, com 22.421 mortos. É seguido pelo estado de Nova Jersey (14.914 mortos). Os dados excedem em muito as previsões do governo. O presidente Donald Trump estava confiante de que o número final de pandemia estaria entre 60.000 e 110.000 mortos. Por seu lado, a Universidade de Washington estima que o país chegará em outubro com 180.000 mortos.

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