China registra primeira morte por covid-19 desde maio de 2020 e desespera autoridades

14/01/2021 3 Por Redação Urbs Magna
Foto da agência de notícias chinesa Xinhua mostrando trabalhadores carregando contêineres de teste Covid-19 em 8 de janeiro na província de Hebei. MU YU / AP

A China registrou sua primeira vítima da covid-19 desde maio de 2020, há quase oito meses atrás e quase um ano após a contenção de Wuhan (o aniversário é em 23 de janeiro), colocando a República Popular novamente sob pressão.

A Comissão Nacional de Saúde reconheceu que uma pessoa entrou em óbito devido à doença em Hebei se tornando, oficialmente, a primeira vítima fatal no país após quase um ano sem mortes.

Isso ocorre no mesmo momento em que uma missão de averiguação da Organização Mundial da Saúde (OMS) sobre a origem do novo coronavírus chegou a Wuhan na quinta-feira (14), devendo ser colocada imediatamente em quarentena.

Para os líderes chineses, apenas essa uma morte representa o ressurgimento da Covid-19, enquanto centenas de casos vêm sendo relatados durante as duas últimas semanas na província de Hebei, que tem 75 milhões de habitantes, ao lado de Pequim.

A estratégia das autoridades voltou a confinar sua população em vilas e cidades onde esses casos foram registrados. O povo é largamente testado e vacinado.

No nordeste do país, a província de Heilongjiang, na fronteira com a Rússia, declarou estado de emergência após o surgimento de vários casos.

Obviamente, em comparação com outros países, o número de pacientes de Covid-19 na China é mínimo:

“A vida em primeiro lugar, acima de todas as outras coisas”

A China se orgulha de ter triunfado sobre o vírus.

Há menos de 900 pessoas hospitalizadas na China.

O lema do momento dos líderes do Partido Comunista Chinês é “colocar a vida em primeiro lugar” acima de todas as outras coisas.

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