Categoria: Glenn Greenwald

Lula diz que fica preso “até provar que Moro é bandido”

Por Redação Urbs Magna

Trecho da entrevista de Lula a Bob Fernandes, num rasgo de indignação, dizendo o que diria um homem de coragem, depois de 500 dias de prisão – Quanto tempo eu terei de ficar aqui, eu não sei. Estou aqui até para provar que eles são bandidos e eu não

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Moro e Dallagnol já são mortos-vivos: Vaza Jato e a estratégia do cansaço que começa a vencer a Globo

Por Redação Urbs Magna

O jornalista Glenn Greenwald está adotando uma estratégia muito interessante e inédita no Brasil, para a divulgação dos diálogos escusos entre procuradores e o judiciário. Editor do The Intercept Brasil, Glenn começa a vencer a mídia pelo cansaço

Mensagens provam influência de Deltan sobre Barroso e Fachin

Por Redação Urbs Magna

No novo capítulo da Vaza Jato, fica também claro que o candidato oficial da Lava Jato para a PGR, o procurador Vladimir Aras, sabia da influência exercida por Deltan Dallagnol sobre dois ministros do Supremo Tribunal Federal: Luis Roberto Barroso e Edson Fachin, dois que sempre votaram contra os direitos do ex-presidente Lula. Barroso foi relator, inclusive, do voto no TSE que tirou Lula ilegalmente das eleições de 2018

Nova Bomba da Vaza Jato desta 6ª (16): Deltan e Moro fizeram lobby por novo PGR junto a Bolsonaro durante as eleições

Por Redação Urbs Magna

“Ele vai ser ouvido pelo presidente na indicação”, disse o procurador Vladimir Aras a Dallagnol sobre Moro no dia 11 de outubro de 2018 – 4 dias após o primeiro turno das eleições presidenciais. O chefe da Lava Jato retorna dizendo que “conseguimos articular sua indicação”

Moro e Dallagnol estariam atrás das grades, com nova Lei contra abusos de autoridade – grampear advogados, como feito com a defesa de Lula, passa a dar prisão de um ano

Por Redação Urbs Magna

Passa a ser crime, punido com detenção de 3 meses a 1 ano, violar direito ou prerrogativa de advogado como a inviolabilidade de seu escritório ou local de trabalho e sigilo de comunicação. Ou seja: se a lei valesse antes, o escritório que defendeu o ex-presidente Lula jamais poderia ter sido espionado pela Lava Jato