BOLSONARISMO

Novo chanceler Ernesto Araújo tem um blog onde polemiza sobre raça, fake news e outros – você jamais leu nada igual

“A esquerda se define, hoje, como a corrente política que quer fazer tudo para que as pessoas não nasçam”, diz o texto de Ernesto Araújo – “Sou Ernesto Araújo. Tenho 28 anos de serviço público e sou também escritor. Quero ajudar o Brasil e o mundo a se libertarem da ideologia globalista. Globalismo é a globalização econômica que passou a ser pilotada pelo marxismo cultural. Essencialmente é um sistema anti-humano e anti-cristão. A fé em Cristo significa, hoje, lutar contra o globalismo, cujo objetivo último é romper a conexão entre Deus e o homem, tornado o homem escravo e Deus irrelevante. O projeto metapolítico significa, essencialmente, abrir-se para a presença de Deus na política e na história.”

GENERAL abre a primeira CRISE do ‘REGIME NOVO’, ao DESISTIR de CARGO no BOLSONARISMO

O general Oswaldo Ferreira desistiu de de ocupar um cargo no governo do presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) e abriu a primeira crise no governo do capitão reformado; decisão do general Ferreira é reflexo de um racha na equipe de transição pela disputa de cargos no governo; o general havia se tornado um dos mais próximos aliados de Bolsonaro e trabalhava desde 2017, a pedido do presidente eleito, na coordenação de infraestrutura

Bolsonarismo promove gente incapaz como parte de uma operação para matar a “intelligentsia” no aparato estatal

O governo do capitão da reserva Jair Bolsonaro parece ser, aos olhos de nós, pobres mortais, de uma improvisação catastrófica. Digo que “parece ser”, porque não é compreensível, dentro de minhas limitações, que um sujeito que conseguiu chegar lá por meio de sofisticadíssimo estratagema de impulsionamento global de mensagens mentirosas, com capacidade de iludir massas, esteja construindo um governo tão barbaramente desqualificado, sem que haja propósito nisso!

Bolsonaro deixa pobres sem médicos e recebe elogio dos EUA sinalizando total sintonia com sua política externa

Os cerca de 8,3 mil profissionais cubanos distribuídos por cerca de 2,2 mil municípios brasileiros e que hoje fazem parte do Programa Mais Médicos começarão a deixar o Brasil com retorno ao seu país de origem dentro de dez dias. Apesar de deixar cerca de 24 milhões de brasileiros sem nenhum tipo de assistência médica, a pressão feita por Bolsonaro sobre os médicos cubanos, em um claro sinal de sintonia com a política externa norte-americana, foi elogiada pelo governo dos Estados Unidos.

Extinção do Mais Médicos é o epílogo do entreguismo iniciado no Golpe 2016 e terá seu Grand Finale na Saúde e na Educação

O programa ‘Menos Médicos‘ de Jair Bolsonaro (PSL), que consiste em mandar embora os médicos cubanos, tem por trás uma lógica calculada, perversa e ideologicamente comprometida com o deus mercado. O Coiso pretende transferir essas duas áreas essenciais a particulares. “Defendendo voucher educação e voucher saúde para os que ficarem para trás, os que tem problemas, que não tiveram oportunidades”, explicou nesta quarta (14) Bolsonaro durante reunião com os governadores eleitos.

FIM do MAIS MÉDICOS obriga BOLSONARO a escolher entre o COMUNISMO e a INSATISFAÇÃO do POVO

Cuba anuncia encerramento do contrato que tem com o Brasil no programa Mais Médicos. Declarou o governo da ilha em nota oficial: “O presidente eleito do Brasil, Jair Bolsonaro, com referências diretas, depreciativas e ameaçadoras à presença de nossos médicos, disse e reiterou que modificará os termos e condições do Programa Mais Médicos, desrespeitando a Organização Pan-Americana da Saúde e o que esta acordou com Cuba, ao questionar o preparo de nossos médicos e condicionar sua permanência no programa à revalidação do título e como única forma de se contratá-los a forma individual.”

Continência de Bolsonaro à bandeira dos EUA já anunciava seu amadorismo e delírios conspiratórios – Feliz 2019!

Bolsonaro mal foi eleito e já apresentou seu cartão de visitas para o mundo. E a primeira impressão não foi nada boa. Apesar do seu programa de governo prometer uma política externa “sem partido”, o que vimos até agora é ideologismo puro e simples. O capitão falastrão e seus comandados ainda não se deram conta de que não há mais espaço para retórica eleitoral e já colocaram o país em muitas saias justas mesmo antes de assumir o poder.