Brasil, foco de coronavírus: a ‘gripezinha’ cresce, veste a ‘fantasia’ de coveiro e a política mata de desgosto

28/04/2020 0 Por Redação Urbs Magna
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Et Urbs Magna – “Brasil torna-se um hotspot de coronavírus: novos casos sobrecarregam hospitais, necrotérios e cemitérios“, publicou o jornal inglês ‘Daily Mail‘. Este é apenas um exemplo da notícia que não está apenas nesta mídia, mas em todas as que estão circulando na Terra. Mas é a política brasileira dos últimos dias que está destruindo o país mais que o covid-19.

Moro e Bolsonaro: fonte da Imagem: internet

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Imagine como, secretamente, devem estar se sentido os eleitores de Bolsonaro, seguidores cegos de suas inconstâncias e dissidências, após confiar em seu presidente quando, em um pequeno discurso nos EUA que causou vergonha mundial, mas não para eles, minimizou o mais mortal dos vírus dos últimos tempos.

Tendo agora que assistir à nação chegar a quase 67 mil casos confirmados do novo coronavírus levando à morte quase 5 mil pessoas, quem não se arrependeu ainda de dar apoio à fala do presidente ou é o empresariado que ainda resiste por interesse na volta à dita normalidade defendida em uma série de pronunciamentos absurdos ou são os que têm uma visão mais limitante sobre a nossa história política. Ou ainda são tão ruins ou piores que o presidente.

A crise política atual, Moro x Bolsonaro, adicionou um tempero ruim à pandemia do coronavírus. A preocupação da população com o crescente número de infectados soma-se agora ao desgosto e arrependimento. Seguidores de ambos que vão sobrevivendo ao surto e ao susto político já admitem a gravidade do sars-cov-2 e, intimamente, os crimes tanto de um quanto de outro.

Mesmo assim mantêm seu orgulho inflado em uma escolha capenga, tanto por seu ex-ministro quanto por seu ‘mito’, para não dar totalmente o braço a torcer para a “esquerdalha”, como costumam chamar os progressistas nas redes sociais.

“Não acho que quem ganhar ou quem perder, nem quem ganhar nem perder, vai ganhar ou perder, vai todo mundo perder”, disse um dia, Dilma Rousseff. Parece que sua filosofia política previu tudo isso e agora cai como uma luva.

Veja um pouco da discussão de Moro com Bolsonaro, no Twitter, imediatamente após o pedido de exoneração do ex-ministro:

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