‘Bolsonaro, o pária. Em seu governo, ninguém o ouve’: “O Planalto acordou!”

24/01/2021 0 Por Redação Urbs Magna

O presidente apenas aparece como presidente, mas ‘generais, ministros e assessores deixam-no para lá, enquanto atuam em campanhas a favor da vacinação e se solidarizam com Biden’, diz Cantanhêde

Jacaré feliz com a vacina. Por Gilmar Machado

Para colunista do Estadão, “o Brasil virou pária internacional e Bolsonaro um pária no seu próprio governo”.

Segundo ela, “generais, ministros, assessores e palpiteiros deixam o presidente para lá, enquanto preparam campanhas a favor da vacinação e escrevem mensagens para Joe Biden”. Assim, “desconsideram exatamente tudo o que pensa, diz, faz e representa”.

“É hora de interditar o presidente e agir para o governo não ruir”, diz.

Eliane Cantanhêde diz que “Bolsonaro fala em “morte, invalidez e anomalia” ao se referir à “tal vacina chinesa do Doria”, diz “não vou tomar, ponto final” e faz campanha aberta contra a vacinação obrigatória. Se não tomar e morrer? Vale seu mantra: “E daí? O que eu posso fazer? Não sou coveiro”.

Enquanto isso, “a campanha do seu governo passa a ser diametralmente oposta, enquanto ministros, parlamentares e empresários vivem um corre-corre para curar as feridas com a China e garantir insumos e doses”.

Muito ministro pra pouca vacina

A colunista diz que a ação marqueteira de Fábio Faria, Pazuello, Ernesto Araújo e o Zé Gotinha, “que receberam duas vezes, em São Paulo e no Rio, as mesmas duas milhões de doses da Oxford/Astrazeneca vindas da Índia”, foi “PATÉTICA”. “Foi muito ministro para pouca vacina”.

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