Bolsonaro: “O índio está evoluindo e é cada vez mais um ser humano igual a nós” – que p* é essa, presidente?

04/02/2020 0 Por Redação Urbs Magna


Publicado por ET URBS MAGNA


Jair Bolsonaro discursa e age de acordo com a ultrapassada visão dos militares de que os povos indígenas e suas terras representam ameaça à soberania nacional e à integridade do território.

Essa visão privilegia uma suposta integração do índio à sociedade -na verdade, a intenção é modificar a sua cultura, diz o editorial Agora, da FSP

Essa ideia também vai contra o que diz a Constituição Federal sobre os índios.

O artigo 231 determina à União reconhecer e proteger sua organização social, costumes, línguas, crenças e tradições, além dos direitos originários sobre as terras tradicionalmente ocupadas, que lhe compete demarcar.

Há quem veja por trás da política anti-indigenista de Bolsonaro apenas a cobiça de grileiros, pecuaristas, garimpeiros e mineradoras.

Parece evidente, entretanto, que a exterminação cultural com certos interesses religiosos também faz parte dos planos do governo.

Dá-se como quase certa, agora, a escolha de um missionário evangélico para a Coordenação Geral de Índios Isolados e de Recente Contato, da Funai.

Ele é da organização americana Novas Tribos (rebatizada Ethnos360), que tem por missão converter à fé cristã 2.500 povos nativos em dezenas de países.

Ao que parece, o Planalto pretende pôr fim à política da Funai, inspirada no marechal Cândido Rondon, de preservar o isolamento cultural e sanitário de 28 povos vulneráveis da Amazônia.

Nessa empreitada, vale até mesmo abrir as portas para uma ONG internacional com objetivos globalistas.

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