Bia Kicis ataca Lula para defender “canetada’ de Bolsonaro cortando imposto de games para “04”

28/10/2020 0 Por Redação Urbs Magna

A deputada federal disse que Jair é “diferente de um outro ex-presidente que, pra agradar ao filho, dava empresa de telefonia, contratos sem licitação e outros bichos”. Mas, em 2012, o Ministério Público concluiu que não houve nada irregular no caso do filho de Lula, que foi arquivado.

“Diferente de um outro ex Presidente que, pra agradar ao filho, dava empresa de telefonia, contratos sem licitação e outros bichos que só beneficiavam a ele, seus cupinchas,e ferrava com o resto do Brasil que tinha que pagar mais impostos pra bancar a corrupção sem fim”, publicou Kicis.

Sobre a afirmação de Bia Kicis, em 2012 o Ministério Público e a Polícia Federal arquivaram investigações sobre suspeitas de tráfico de influência nos negócios do filho mais velho do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Fabio Luis, sete anos depois de iniciadas.

Em 2005, a Gamecorp, uma pequena empresa criada um ano antes por Lulinha, como é conhecido Fabio Luis, recebeu um aporte de capital de R$ 5 milhões da antiga Telemar, a empresa de telefonia que depois se fundiu com a Brasil Telecom para criar a Oi.

Como a empresa é concessionária pública e tem o BNDES como sócio, o Ministério Público Federal abriu um inquérito para apurar suspeitas de tráfico de influência e para averiguar se a transação deu prejuízo para os sócios da operadora de telefonia.

Nenhum depoimento foi tomado. O Ministério Público apenas enviou pedidos de informação à Gamecorp, à Telemar e ao BNDES, e perguntou à operadora e ao banco se eles sabiam que o filho de Lula era dono da Gamecorp.

Após receber as respostas, o Ministério Público concluiu que não houve nada irregular na transação. Mas durante a perseguição a Lula na operação Lava Jato o caso foi retomado para detonar a imagem de Lula.

Em dezembro passado, Lula afirmou que a investigação da Lava Jato sobre seu filho era uma “canalhice” e mencionou o inquérito arquivado no início da década.

A defesa de Fábio Luís tem negado irregularidades. Diz que as empresas e a vida do filho do ex-presidente já foram “devassadas por anos a fio” sem que nenhum crime tenha sido revelado. Afirma ainda que a força-tarefa de Curitiba tentou “requentar um caso encerrado”, em referência ao arquivamento de 2012.

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