Auxílio x PEC Emergencial: Bolsonaro e Guedes usam “proposta desonesta” para “matar a fome do povo”, diz Feghali

25/02/2021 0 Por Redação Urbs Magna

A deputada comenta reunião entre o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, e lideranças da educação, centrais sindicais e parlamentares: “Buscam o ajuste fiscal cortando o papel do Estado muito profundamente em varias áreas estratégicas

Três Propostas de Emendas Constitucionais (PECs), 186, 187 e 188, de autoria do governo, mas apresentadas por senadores, “são horríveis”, diz a deputada federal Jandira Feghali (PCdoB-RJ) explicando que “buscam o ajuste fiscal cortando o papel do estado muito profundamente em varias áreas estratégicas”.

“Matam a fome do povo só se passarem essas PECs” que tiram o poder dos Estados”, diz em vídeo postado em suas redes sociais.

Feghali esteve em reunião com o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, juntamente com alguns parlamentares e representações de movimentos sociais, entidades de centrais sindicais e de educação.

“As PECs, meninas dos olhos de Bolsonaro e Paulo Guedes, facilitam o capital financeiro e tiram o papel de políticas estratégicas do Estado”, disse.

“Agora fizeram uma troca desonesta: “Tá bom, a gente faz o auxílio emergencial se passarem essas PECs””, afirmou. “É o uso desonesto de matar a fome do povo pra tentar passar aquilo que desde 2019 não tem tido facilidade de passar no Congresso Nacional”.

“Agora eles agravaram essa situação porque colocaram nessas PECs a desvinculação dos pisos constitucionais da Saúde e da Educação, que são conquistas históricas. Nem a União, nem os Estados e nem os Municípios podem gastar menos do que um percentual do orçamento em Saúde e em Educação”, disse a deputada.

“Imaginem, em momento de pandemia, em momento em que as escolas precisam dar um reforço maior aos seus estudantes que vão fazer os professores, os profissionais de educação, trabalharem mais para recuperar os anos perdidos, uma política tão fundamental, eles querem tirar os pisos constitucionais”, afirmou.

“Então nós fomos pra lá buscar a retirada de pauta dessas PECs e impedir a desvinculação da Saúde e da Educação dos seus pisos mínimos constitucionais”.

Segundo Feghali, a resistência à desvinculação foi imediata e a vitória foi assegurada.

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