Arolde de Oliveira, que achava o isolamento social inútil, morre de covid-19

21/10/2020 0 Por Redação Urbs Magna

“O presidente Jair Bolsonaro estava certo desde o início”, dizia o Senador sobre o “vírus chinês”

O senador Arolde de Oliveira morreu na noite desta quarta-feira de Covid. Em seu Twitter, foi publicada há pouco a seguinte mensagem: “Comunicamos que nesta noite (dia 21 de outubro) o Senhor Jesus recolheu para si nosso amado irmão, Senador Arolde de Oliveira. Falecido vítima de Covid e como consequência a falência dos órgãos. A família agradece o carinho e orações. Mais informações à posteriori”.

Nas eleições de 2018, Arolde de Oliveira foi candidato a senador pelo estado do Rio de Janeiro pelo Partido Social Democrático (PSD). No pleito, Arolde obteve 2.382.265 votos (17,06% do total de votos válidos), sendo eleito para o Senado Federal do Brasil.

Durante a campanha eleitoral, o político contou com o apoio do presidenciável Jair Bolsonaro (PSL), que pediu a seus eleitores que votassem em Flávio Bolsonaro e Arolde de Oliveira para senador.

Em 1º de fevereiro de 2019, Arolde tomou posse do novo cargo.

Em 19 de abril deste ano, Arolde de Oliveira escreveu em seu Twitter: “Os números do vírus chinês no mundo e no Brasil demonstram a inutilidade do isolamento social. Autoridades, alarmistas por conveniência, destruíram o setor produtivo e criaram milhões de desempregos. O Presidente @jairbolsonaro ,isolado pelo STF, estava certo desde o início“.

No início deste ano, em 21 de janeiro, uma publicação do jornal O Globo dizia que a Polícia Civil havia descoberto que o aparelho celular do pastor Anderson do Carmo, marido da deputada federal Flordelis (PSD), assassinado em junho de 2019, que desapareceu após o crime, foi ativado com um chip em nome da empresária Yvelise de Oliveira e conectado ao Wi-Fi de sua casa, na Barra da Tijuca, onde vivia com o senador Arolde de Oliveira (PSD), poucas horas após o crime.

O inquérito da Delegacia de Homicídios de Niterói e São Gonçalo (DH/NSG) apontou que horas após ter sido utilizado no Rio, o aparelho seguiu para Brasília.

Conforme a matéria do jornal, na capital, o celular teria sido conectado, então, ainda segundo fontes ouvidas pela TV Globo, ao W-Fi de outro endereço residencial, antes de desaparecer de vez.

O senador Arolde de Oliveira disse, na ocasião, que ele e a esposa estavam perplexos:

Isso não existe. Estou perplexo. Cabe o ônus da prova a quem acusa. Nunca imaginei um ataque desta natureza. Deus é maior que isso tudo. Yvelise está tão perplexa quanto eu estou, e estamos achando que pode ter sido uma clonagem. Amanhã (quarta-feira) vou ver o que eu faço. Quem não deve, não teme“, teria dito Arolde.

Arolde de Oliveira era como um dos líderes do PSD, partido de Flordelis, e, além disto, tinha relação próxima também com Anderson. O senador foi fundador do Grupo MK, gravadora de discos gospel, que atualmente é presidido pela viúva Yvelise, e que produziu discos da deputada federal.

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